sábado, 3 de novembro de 2018

Casa de Tabuinhas - Centenária Casa Familia Zampese Santin Chile - 1996


Casa Centenária da FAMILIA ZAMPESE SANTIN, neste video de 1996, toda emoção e conhecimento dos Irmãos Don Juan Zampese Santin e Don Domingo Zampese Santin, ambos Chilenos, e filhos do Casal Antonio Zampese Capellaro e Angelina Vanzella Santin,

Neste video, queremos homenagear a todos descendentes desta numerosa familia, nossos primos em primeiro e segundo graus, que c colonizaram parte da Araucania Chilena e hoje se espalharam por todo Chile e demais paises das Américas.

Por hora, apenas estes comentários, oportunamente teremos outros. Assistam e verão.

Subida Los Arenales - Lonquimay Chile 2014


Vídeo de Agosto de 2014, quando fomos visitar o Vulcão Lonquimay e seus arredores. Na companhia dos primos Chilenos Mario Zampese Valdebenito , Juan Fernando Santin Gutierrez e primo José Santin Aqueveque quer juntamente comigo presenciamos esta linda cena que voçes terão oportunidade de ver agora, quando nos dirigimos da Cidade de Lonquimay até a parte alta da montanha no local denominado Los Arenales, com esta paisagem magnífica de neve, Araucárias, enfim, uma paisagem que me fez lembrar do LENDÁRIO personagem americano Daniel Bhon, de tantos e tantos filmes e seriados da TV......... sensacional dia.

O nosso passeio, somente pode ter efeito pela bondade de me emprestar o carro pela parte do primo Guido Fernando Santin Cabezas, tambem Chileno, que disponibilizou uma Camioneta Diesel, economica, traçada, uma Hyundai Santa Fé ,  para nós primos, o que nos honrou muito pela gratidão do gesto do primo Guido, a quem agradeço de coração.

Agosto e Setembro 2015 - Inesquecível

https://www.youtube.com/watch?v=Z4iQyGNjJ7A
Aqui uma pequena lembrança de nossa viagem em Agosto e Setembro 2015 desde Erechim, Rs, até São Borja, Rs, depois Argentina via Paraná, Santa Fé, Córdoba, Mendoza, Penitentes e Uspallata na Argentina, depois Santiago do Chile, Melipilla, Quelentaro, San Pedro, Talca, Molina, Los Angeles, Vulcão Antuco, Temuco, Vilcun, Vulcão Villa Ricca Pucon, Vulcão Llaima, Vilcun, Lonquimay, Vulcão Lonquimay, Passo Fronteiriço Pino Achado , Chile, depois Las Lallas,  Neuquen, Zapala, Cipoletti e mais uma dezena de outras cidades na Argentina.

O vídeo, refere apenas uma parte da viagem, ou seja, praticamente a maioria das fotos postadas são dos primos da região de Pitrufquen e Temuco, porem visitamos uma dezena de outros primos familiares e amigos em diversas regiões do Chile, inclusive HÁ OUTRO VIDEO, bem maior que esta e que ja esta postado no meu canal do YOUTUBE ( Canal Gladimir Santin ), com uma duração de cerca de 16 minutos, onde todos poderão acompanhar cerca de 90% dos locais e familiares e amigos que visitamos, aos quais agradeçemos pelo hospitalidade e colocamos nossas residências no Brasil a disposição dos mesmos quando de sua viagem até nosso país.

Especial foi visitar o primo Chileno, o mais antigo familiar ainda vivo, trata-se do Engenheiro Mecânico PEDRO ZAMPESE SANTIN, filho de Angelina Vanzella Santin e Antonio Zampese Capellaro, ambos nascidos no Brasil e emigrados ao Chile em 1906, sendo tia avó Angelina Vanzella Santin a irmã mais velha do meu avô Santo Vanzella Santin.

Primo Pedro e sua esposa Amparo Firmin Iglesias Penalver, ( prima Amparo neste momento já faleceu, vítima do coração ), mas na ocasião em 2015 quando da visita, nos recebeu com um café especial e tambem com muito carinho. Saudade eterna.

Primo Pedro, mudou do Chile para Cuba em 1960 aproximadamente, onde trabalho atér ano de 2001, quando depois de quarenta anos de trabalho, retornou a sua terra mãe, ou seja, o Sul do Chile, na Araucania Chilena, mas especialmente na cidade de Pitrufquen, onde cercado de sabrinhos e demais familiares vive hoje em dia.

Fizeram parte da viagem junto comigo, os amigos de Erechim Leonir João Perin, Alcir Luis Bordin e mais os primos de Guaporé, Rs, Almir Luis Santin e dona Lucia Isoton Santin.

Nossa gratidão a todos os primos, especial a Nano Santin e esposa Bety e demais familiares e amigos de Melipilla, aos primos de Temuco Mario Zampese e esposa Sandra, aos primos Gino e Giannina Zampese e demais familiares que sempre nos recebem com toda alegria, nossa gratidão eterna.

Publico estas singelas palavras, expressão do nosso amor pelos primos Chilenos e toda nossa gratidão a terra que os acolhe e propocia meios de vida. Obrigado.

domingo, 14 de outubro de 2018

00196 Almoço Polvaderas Mendoza Argentina Agosto 2015

Uma breve Recordação de Nossa Viagem desde Erechim via Paraná, Santa Fé, Cordoba  e Mendoza na Argentina, depois Los Andes, Santiago do Chile, Melipilla, San Pedro, Quelentaro, Talca, Molina, Los Angeles,  Vulcão Antuco,  Temuco, Vilcun, Vulcão Llaima, Vulcão Villa Ricca, Pitrufquen, Lonquimay no Chile e no retorno, Las Lallas, Neuquem, Zapalla, Cipoletti, e dezenas de outras cidades, tanto no Chile quanto na Argentina, uma viagem extraordinária, na companhia dos primos e amigos, Almir Luis Santin e sua mãe Lucia Isoton Santin de Guaporé, Rs e os amigos Leonir João Perin e Alcir Luis Bordin de Erechim. Inesquecível.

Gladimir José Santin
Dongiuseppesantin@gmail.com
Erechim Rs
Viagem em Agosto de 2015

domingo, 7 de outubro de 2018

Familias Mariuzzo Santin, Molozzi Martinelli e Santini


 Neste primeiro certificado temos : CANDIDO SANTIN, filho de Osvaldo Santin e de Geovana Mesaroba Santin, nascido em 17/01/1849, casado com MADDALENA MARIUZZO SANTIN, ele procedente de MEZZOMONTE, UDINE, ITALIA, tendo como destino BENTO GONÇALVES, RS, Linha Argemira Lote 3, casou 18/12/1880 Livro de Casam. Paróquia Santo Antonio de Bento Gonçalves, Rs. Este certificado foi impresso em 16 março de 1995 em Canoas, Rs.


Este certificado foi emitido em 16 março de 1995.

Observação : Linha Argemira sempre pertenceu ao Terceiro Distrito de Bento Gonçalves o qual se chamava Monte Bello do Sul, hoje e sempre Próspero Municipio da serra Gaucha e nossa terra mãe.

 


OBSERVAÇÃO; As Familias SANTIN e SANTINI, apesar da GRAFIA parecida e apenas uma letra I ser a diferença, são bem distintas. SANTIN e Furlan de UDINE e PORDENONE, pelo menos 95% dos SANTIN SÃO ORIUNDOS DESTES DOIS ESTADOS italianos.

Já a Familia SANTINI, tambem de origem Italiana e 95% de origem CREMONESA, ou seja de CREMONA, situada pela metade Sul da Italia, divisa com Mar da Liguria. Fiz diversas pesquisas sobre o assunto acima e tenho vários livros de demonstram esta realidade aqui expressa, portanto neste Certificado acima, ou há erro de Grafia ou de Região, porque SANTINI de MEZZOMONTE, creio ser quasi impossivel, e acho tratar-se de um engano, porem publico o meu conhecimento e sentimento para expressão da verdade, segundo os estudos que fiz.




Depois abaixo consta: A.H.Rs ( Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul ) C 30 Reg 01, Labirinto 3342 a 3344 Fl. 108 .  Impresso em 09 de março de 1995.

OBSERVAÇÃO : Este certificado acima, foi procurado durante quarenta anos pela nossa familia. Trata-se  de MEUS TRISAVÓS MARTINELLI, uma vez que sou filho de Nilva Martinelli Santin, Neto de Gino Strapasson Martinelli, Bisneto de Francisco Pasini Martinelli e Trineto de ANGELO MARTINELLI e Tetra Neto de FRANCESCO MARTINELLI.
Certificado impresso em 09 de Março de 1995.

Depois de Localizar o Projeto Imigrantes eu tomei a Liberdade de Imprimir a Relação de entradas no Brasil de Familiares SANTIN, MARTINELLI, BERNARDI e muitas outras familias. No caso da Familia MARTINELLI ouveram entradas de mais de oitocentas pessoas entre 1875 e 1910 ( ano que na ocasião estavam sendo lançados registros de entradas no Brasil ) e da familia Santin outro tanto de pessoas, cerca de setecentas.

Houveram dezenas de HOMÕNIMOS, como ANTONIO, GIOVANNI, LUIZ, ARCANGELO, SANTO, JULIA, ANNA, ROSA, TERESA, DOMINGOS, etc, etc, etc.

Por isso, sempre tomei a liberdade em publicar os nomes e quando possivel com o sobrenome da mãe de solteira, para evitar erros nas pesquisas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Domingo Zampese Santin em 1996 Fala Sobre Terremoto Chile 1960


A NATUREZA EM FURIA - TERREMOTO

Primo Domingo Zampese Santin, Chileno, Engenheiro Técnico em Madeiras, Administrador Chefe de um fundo de cerca de 50.000 hectares de terra de uma empresa Européia, ele filho de Antonio Zampese Capellaro e Angelina Santin Vanzella, ambos nascidos no Brasil e emigrados ao Chile para Pitrufquen, Temuco, na Araucania Chilena em 1906.

Primo Domingos administrava a propriedade quando ocorreu o TERREMOTO gigantesco de 1960, desmoronando dezenas de montanhas, rochas e até mudando certa parte do mapa mundi, sim porque em VALDIVIA ocorreu o desastre maior ainda, basta somente visualizar o YOUTUBE que encontraremos dezenas de videos dos anos 1960/61, enfim, na Região do LAGO RINIHUE onde vivia e trabalhava o saudoso primo, infelizmente nesta data de 2018 ja falecido, depois de completar mais de oitenta e poucos anos de vida, tendo trabalhado apenas para UM PATRÃO, como alias sempre me falava em nossas conversas, bem ao certo nao lembro, mas sei que TRABALHOU MAIS DE QUARENTA ANOS, sempre para o mesmo patrão e no mesmo local.

No relato da entrevista feita com o primo em Janeiro de 1996, ele falava que ruiram duas montanhas na saida do Lago Rinihue, fechando totalmente a saida de agua do mesmo, tendo em vinte e poucos dias aumentado o NIVEL DO LAGO RINIHUE EM 29.70 METROS DE ALTURA.......... Imaginem uma sismo desses......... Um Verdadeiro clima de terror, medo, angustia e tantas outras particularidades vividas pelos nossos primos, enfim, a 
ENTREVISTA FALA POR SI , publicamos para conhecimento de todos e para se ter noçao do que passaram esses BRAVOS ANCESTRAIS...........

Entrevista gravado em Vilcun, em CARRILLANCA, No Patio da Casa do filho Mario Zampese Valdebenito e prima Sandra, na ocasião grávida de Giannina, e na companhia nossa e do neto Gino Antonio, que ficou sempre ao lado do nonno, porem no momento desta parte da entrevista havia se ausentado do local.

Gratidão Eterna e Saudades do Primo Querido e de toda Familia.

 

Aniversario Matrimonio Janeiro 1996 - Sergio Zampese Primo e Artista Chileno


Janeiro de 1996. Depois de mais de 80 anos, os Primos Brasileiros en Chilenos voltam a se encontrar em Temuco, Chile.

Do Brasil foram Gladimir José Santin, esposa Ivone Pierina Ferri Santin e mais o filho do casal Jeferson Rodrigo Ferri Santin, na ocasião com seis anos,  o encontro foi na casa do Primo Chileno Domingos Zampese Santin e esposa Filomena Valdebenito e filha Alexandra Zampese Valdebenito. O casal Domingo e Filomena ainda tiveram os filhos : Mario Zampese Valdebenito e sua esposa Sandra Sotto Burgos e filhos Gino Antonio. Na Ocasião Sandra estava Gravida de Giannina Zampese Soto que nasceu após nosso retorno a Erechim. Tambem filho do casal Domingo e Filomena senhor Jorge Zampese Valdebenito e esposa Isabel Sandoval, filhos Gabriela e posteriormente nasceu Jorge Luiz Zampese Sandoval. Tambem a prima Alexandra teve posteriormente o filho Martin. A Primeira filha do casal e que nos recepcionou primeiramente foi Maria Venecia Zampese Valdebenito, com quem ao longo dos primeiros anos, nos correspondemos por carta e tambem via telefonemas. Quero aqui saudar a todos estes primos que sempre nos receberam de uma maneira especial em nossas viagens ao Chile.

Naquela primeira ocasião em 1996, na casa dos primos, conhecemos outro primo querido, Sérgio Zampese Haertling, Artista, Pintor, Escultor, etc, que fez questão de nos presentear pelos nossos 26 anos de matrimônio na ocasião,  pintou um quadro com uma Mãe MAPUCHE, ela tinha o filho amarrado nas costas, apanhava lenha ao lado de um lago de agua azul cristalina para fomentar o Fogo ao lado, ao fundo da imagem um majestoso Vulcão Chileno coberto de neve. Sensacional Pintura do Primo Sérgio, uma recordação agora renovada pelo video vintenário, com a saudação do autor e nome de todos seus familiares e todos nossos queridos primos.

Uma Recordação Eterna, que até hoje nos emociona. 

Na ocasião da entrega dos Presentes, primo Sérgio, nominou sua descendência na ocasião :

Eram Eles: Casal Sérgio e Suzana. Filhos FABRICIO, GIOVANNI, JULIANO  e OLIVER, este pequenino, creio que teria de um a dois anos apenas. Os Outros Tres primos citados, não lembro bem de te-los conhecido na ocasião. Hoje tantos anos depois, ou seja, 22 anos depois, quero conhecê-los na proxima visita ao Chile.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Família Tramontina Santin - Marau/RS



Clique na imagem para acessar a historia da Família 
Tramontina Santin  - Marau/RS
Publicação de Cecília Santin Fochezato

Acessos ao Blog Don Giuseppe Santin ultrapassam 124 mil acessos

O blog Don Giuseppe Santin atingiu a marca histórica de 124 mil acessos, oriundos do Brasil e de diversos países das  Américas, Eupora, Ásia e Oceania.
A ideia de divulgar as histórias da grande família Santin no princípio era modesta, mas os horizontes se ampliaram de forma meteórica, surpreendendo os administradores do Blog.
Os acessos provem de países inesperados, tais como: Alemanha, com mais de 22 mil acessos, Estados Unidos com mais de 9.800 acessos, Rússia mais de 5.200 acessos, Chile com mais 1.900 acessos,  entre outros como França, Portugal, Ucrânia, Itália e Espanha.

sábado, 8 de setembro de 2018

Viuvo de 63 anos Ordenado Padre em Erechim Rs - 06 Maio 1995 Jornal Diário da Manhã

Reportagem Jornal DIÁRIO DA MANHÃ de Erechim e Região em 09 Maio 1995 pagina 10.

O Jornal referia a ORDENAÇÃO SACERDOTAL do pai e avô ALDO CAETANO ROMAGNA , 63 anos, empresário,  qque daquele momento em diante iria se dedicar aq Igreja e as comunidades carentes

Uma das  motivaçoes  em seguir vida no sacerdócio foi motivada pela morte da esposa dona Elisa Romagna sete anos antes e que precisou de empenho redobrado por parte do Pe. Aldo que precisou terminar Cursos de Primeiro e Segundo Grau.

Uma vez concluido os Cursos, ainda diante da incredulidade por parte dos filhos César Luiz e Celso Denny Romagna ( hoje ja falecido prematuramente em Porto Alegre, Rs ) seguiu a sua vontade e missão em tornar-se Religioso ou Diácono no inicio e finalmente PADRE na data acima.

A Igreja na pessoa de seus Bispos D. João Aloisio Hoffmann e D. Gironimo Zanandrea, apoiaram  totalmente a vontade do novo Sacerdote e auxiliaram  na sua formação bem como na nova missão diaria de evangelizar.

A Ordenação Pe. Aldo Caetano foi muito festiva na Comunidade da Paróquia São Cristóvão de Erechim e no domingo pela manhã rezou sua primeira missa na cidade de Gaurama Rs, onde trabalhou como Diácono.


NOSSA HISTÓRIA COM ALDO CAETANO ROMAGNA, primeiro o pai depois o PADRE.

Aldo Caetano Romagna, Gaúcho de Bento Gonçalves, fixou residência em Erechim, Rs, era casado com dona Elisa Romagna, na ocasião ela funcionária do INSS em Erechim e ele Empresário em Sócio da empresa Metalflex de Erechim onde trabalho por décadas.

O casal teve dois filhos : O Primeiro César Luiz Romagna , casado e pai de dois filhos, atualmente residindo em Porto Alegre, Rs, trabalha com Produção de Comerciais e Audiovisuais em geral, e o segundo filho de Aldo Caetano era Celso Denny Romagna, tambem csado, porem  não teve filhos, e prematuramente veio a falecer ha alguns anos, para surpresa nossa em Erechim e todo estado, onde era muito querido.

Eu  fui colega de aula do Celso e do César por mais de dez anos em Erechim, no Colégio La Salle no Bairro Ypiranga, onde todos nós viviamos em total harmonia, uma vida saudável de estudo, trabalho e MUITO FUTEBOL DE CAMPO, tambem fomos destacados atletas do time  de HANDEBOL da Escola São João Batista de La Salle, onde até fomos Campeões na modalidade Handebol, fato raro na epoca, pois competiamos com escolas muito maiores, sem entretanto perder o foco.

Na nossa vida de jovem, a presença daquele pai Tolerante, Tranquilo, Sempre presente conosco em todos os momentos, tio ALDO como nós o chamávamos era a experiência do pai maior, de certa forma era nosso pai tambem, por sempre estar por perto, ajudando e orientando pelo melhor, traduzindo experiência, garra e equilíbrio para nós amigos de Cesar e Celso diante dos fatos do dia a dia, seja  no trabalho ou no Esporte.

Tio Aldo Caetano Romagna teve grande passagem por Erechim. Sei que era exímio afinador de Gaitas, na empresa onde era sócio e trabalhava fabricava-se as Gaitas MARINELLA, muito vendidas em toda região do Alto Uruguai Gaucho, Oeste Catarinense e Sudoeste do Paraná, sei e vi muitas vezes ele e seu amigo senhor Kuiavinski consertando e afiando as ditas gaitas, de diferentes marcas, uma lembrança marcante em nossas vidas.

Por muitos anos, procurei o recorte do Jornal, hoje aqui Publicado, numa sentimental recordação da Memória do querido amigo, e tambem do filho querido Celso Denny, nosso amigo do peito, amigo inseparável, o qual visitei por inumeras vezes em Porto Alegre, Rs, onde trabalhava na sua empresa Lucsson Cass, que saudade destes amigos queridos, que DEUS em sua infinita bondade lhes conseda o DESCANSO ETERNO.

Publico o Presente para Recordar a Trejetória Marcante destes filhos de Deus que tanto deixaram marcas maravilhosas em nossas vidas.



 

 




segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Batalhas de um Pracinha Livro de Antonio Walter Santim Sp


Antonio Walter Santim, o autor, nasceu em Irapuru/SP, em 1954. Formou-se em Engenharia de Minas pela Escola Politécnica da USP em 1978, e desde então, exerceu sua profissão na indústria de mineração. Em 2012 contribuiu para o livro “Causos da Casa do Politécnico” com diversos contos. Agora, como narrador e principalmente, historiador, ele reconstituiu e resgatou a trajetória de seu pai, homem do campo, obrigado a trocar o cabo da enxada pela metralhadora Browning .30. Mais que isso, seguiu-o em duas guerras: a dura campanha da FEB na Itália e a não menos dura guerra na volta para o Brasil, esquecido do governo, lutando bravamente para sustentar a família e mais que isso, para dar uma formação profissional para seus filhos.
Mas a narrativa não se restringe à vida do seu pai, Pedro Honório Santim, e remonta a 1888, quando o bisavô, Ângelo Benedetto Santin, emigra com a família da Itália, “per fare l’America”. As durezas da vida da família, até mesmo do bisneto Antonio Walter, como estudante em São Paulo e depois destacado profissional da especialidade “Processos Minerais”, são narradas de forma viva e instigante. Trata-se, portanto, da verdadeira saga de toda uma família!
O depoimento emocionante da mãe do escritor, Maria Bizari Santim, é outra peça forte, narrando as dificuldades duma mulher naquela época, não muito diferentes das de hoje, mas muito mais sacrificantes.
O herói, como em toda saga, é um guerreiro, Pedro Honório. Ao longo da narrativa acompanha-se o crescimento daquele jovem interiorano em meio à luta contra o inimigo, contra o frio, contra a chuva, contra a fome, contra os maus elementos do mesmo grupo...
A resistência a tantas vicissitudes vem apenas duma boa criação, de valores muito bem definidos que apenas foram reforçados por toda esta luta. E a tristeza de ver que muitos desses maus elementos tinham patente e autoridade para impor o seu mau caráter e suas más atitudes... É a narrativa dum caráter lapidado ao longo do tempo!
Impressiona ainda a pesquisa histórica acurada, baseada em publicações, nos testemunhos e esclarecimentos de sobreviventes da campanha ou de seus dependentes ou de pessoas que tiveram contacto com eles e, principalmente, da recomposição de toda a trajetória do combatente em solo italiano.
Enfim, uma leitura que instrui e proporciona muito prazer!
Fare l’America
Meu pai Pedro Honório Santim foi lutar no país do seu avô Angelo Benedetto Santin, que era nascido na comunidade de Santo Stino de Livenza, Venezia; e batizado em Pasiano de Pordenone, hoje no Friuli.
Com Angelo Benedetto, em 24 de fevereiro de 1888, chegaram a Santos: seu pai Valentino, a mulher Maria Zanin, três filhos, um irmão, duas cunhadas e cinco sobrinhos, num total de 14 pessoas. Dois filhos morreram durante a viagem e foram lançados ao mar, e um terceiro, Pietro, morreu de angina logo depois da chegada, quando tinha apenas quatro anos. O filho mais velho, sobrevivente à viagem, chamava-se Giacomo, e a filha, Giovanna (Joana).
A seguir, cópias do livro de registro da Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo, a versão original e a transcrita atualizada, mostrando os dados dos emigrados da Itália.

Minha bisavó Maria Zanin era filha de André Zanin e Corina Fiomani. Meu trisavô Valentino era casado com Maddalena, filha de Domenico Rosset, meu tataravô. O pai do Valentino, tataravô também, chamava-se Antonio Santin, como eu.
Sobre os descendentes do meu bisavô Angelo Benedetto Santin temos um grupo com seu nome no facebook, e praticamente todos os ramos da família estão representados.
Um dos irmãos do Benedetto, Giuseppe, veio com a esposa Mariana Rubin e dois filhos: Benedetto e Maddalena. Não sabemos como evoluiu esta família em termos de descendentes e localização.
O outro irmão, que não está na lista da Hospedaria, chamar-se-ia Antonio, e seria casado com a Catterina Fantin, tendo os filhos Augusto, Giovanni e Regina. Não sabemos como evoluiu a família.
A irmã do Angelo Benedetto, Giovanna, viveu e morreu na Itália, tendo sido casada com Antonio Borigana. Não temos informações de descendentes.

Minha bisavó Maria Zanin era filha de André Zanin e Corina Fiomani. Meu trisavô Valentino era casado com Maddalena, filha de Domenico Rosset, meu tataravô. O pai do Valentino, tataravô também, chamava-se Antonio Santin, como eu.
Sobre os descendentes do meu bisavô Angelo Benedetto Santin temos um grupo com seu nome no facebook, e praticamente todos os ramos da família estão representados.
Um dos irmãos do Benedetto, Giuseppe, veio com a esposa Mariana Rubin e dois filhos: Benedetto e Maddalena. Não sabemos como evoluiu esta família em termos de descendentes e localização.
O outro irmão, que não está na lista da Hospedaria, chamar-se-ia Antonio, e seria casado com a Catterina Fantin, tendo os filhos Augusto, Giovanni e Regina. Não sabemos como evoluiu a família.
A irmã do Angelo Benedetto, Giovanna, viveu e morreu na Itália, tendo sido casada com Antonio Borigana. Não temos informações de descendentes.



A família do Arcangelo Santin posteriormente estabeleceu-se em Pacaembu na Alta Paulista, com os filhos espalhando-se por São Paulo, Jundiaí, Indaiatuba, Irapuru.
O Giglio Santin, por sua vez, estabeleceu-se no distrito de Alto Palmital, município de Boa Esperança, no Paraná, com os demais filhos que tiveram: Agostinho, Aurélio, Honório, Luis, Atílio, José Pedro, e as filhas Ana Maria (Fagnani), Benta Ireni (Lima Bueno), Delci (Botura) e Lourdes (Borlina). Curiosidade: a Lourdes casou-se com um sobrinho da Regina Borlina, esposa do Arcangelo Santin, o Honório Borlina.
Segue foto de visita que meu pai Pedro Honório fez ao tio Giglio, da esquerda para a direita: meu pai, Aurélio Santin, Agostinho Santin ao fundo, Vicente Castro, esposa do Aurélio, Nair Santin esposa do Vicente, Honório, tia Maria Franceschi, Lidia, tio Giglio, Benta Ireni Santin e o marido atrás, Bolivar filho do Vicente e Nair, José Pedro e Atílio Santin, minha irmã Eliane com o filho do Atílio no colo.

O filho primogênito do Benedetto, Giacomo Santin, italiano de nascimento, depois de Catanduva foi para a região de Marília e de lá seus descendentes se espalharam. Atualmente estão concentrados, sobretudo em Dracena/SP e Loanda/PR, como também na Grande São Paulo. Os filhos foram: Regina (casada Merlo), Antonio, Angelo Benedicto, Maria (Giaccon), José (ou Beppe), Augusta (Bolzan), João, Adelaide (Veri), Luiz, Honório (faleceu precocemente).
Segue foto do casal Giacomo Santin e Amalia Villalta, no dia do casamento do filho Antonio Santin, que também se casou com uma Borlina, a Luiza, irmã da Regina, esposa do Arcangelo Santin. Infelizmente a qualidade da foto deixa a desejar. Em pé da esquerda para a direita: meu avô Arcangelo está cortado, depois Giglio Santin, os irmãos da noiva, Pascoa, Santa e Felício Borlina, os irmãos do noivo, Angelo Benedicto e José Santin. Sentados: minha avó Regina com o Domingos no colo, o Pedro Honório cortado à sua direita e a Rosa à sua esquerda apoiada na Amália Villalta, Giacomo Santin e minha bisavó Maria Zanin.

filha mais velha do Benedetto, Giovanna Santin, italiana de nascimento, morou sempre em Taubaté. Com o primeiro marido, Giuseppe Villalta, teve três filhos: Pedro (faleceu neném), Achile e Maria Luíza. Achile casou com Maria Benedicta de Paula, teve um filho por nome de José, porém não temos notícias dos seus descendentes, nem sabemos se Maria Luiza casou.
Com a morte do Villalta, Giovanna casou com Domenico Braschi. Temos contato com os descendentes do primeiro filho, João Braschi. A filha Maria Braschi casou com Naresi, e teve os filhos Odney, Leila e Edna, mas não temos contato. Também não temos contato com os descendentes da segunda filha, Josephina, que casou com José Benedito Alves. Uma terceira filha, Mariana, casou com Mancastropi, tendo os filhos Claudio e Claudete (sem contatos).
Temos duas fotos da Giovanna. A primeira com os filhos Achile, Maria Luiza e João (bebê). A segunda com João, Josephina e Maria. Não sabemos quem são as duas senhoras sentadas.

O primeiro filho do Benedetto a nascer no Brasil foi a Luiza Santin, que se casou com Luigi Pantarotto em Guariba/SP. Ela faleceu no primeiro parto e não sabemos se a criança sobreviveu.
Depois da Luiza veio Carolina Santin. Ela se casou com Giacinto Baldo, gerando 6 filhos: Olivia, Julia, Pedro, Olimpio, Antonio e Eduardo (ou Mario). Giacinto faleceu e posteriormente Carolina casou com o irmão mais novo dele, Vicenzo (ou Lorenzo), tendo mais um filho: Mario (ou Eduardo). Temos contatos com os descendentes de Pedro e Antonio Baldo, de Palmares Paulista/SP. O filho de Olimpio faleceu sem deixar descendente. Eduardo e Mario não se casaram. Olivia casou com Fioravante Carmello e Júlia com Alfredo Albi, de cujos descendentes não temos notícias.
Carolina e Vicenzo
A filha caçula do Benedetto, Amália Santin, veio depois de meu avô Arcangelo. Ela casou com Luigi (Giggio) Baldo, o tio Luiz, que era sobrinho do Giacinto e do Vicenzo. Tiveram os filhos Gildo, Aurélio, Mário e Dorval. E as filhas Lúcia (casada Belucci), Nair (Valério), Ana (Mecati), Antonia (Gomes), Maria Paula (Bernardo Pinto) e Ermangene (Marelli). O tio Luiz morava perto de meu avô, no bairro do Alto Alegre, no município de Pacaembu, depois o pessoal espalhou pelo Paraná, Mato Grosso do Sul.
Na primeira foto o tio e a tia, ladeados pela filha Lúcia e o genro Reinaldo Belucci. Na foto da ponte do rio Tiête: o tio Luiz, Dorval, meu pai elegante, Gildo e meu tio Domingos Santin.

Na foto do conjunto musical: Dorval, Mario, Aurélio, Gildo e outro parente. Depois o time de futebol do Alto Alegre com três Baldo: Mario de lateral direito, Dorval de goleiro, Gildo de ponta esquerda e o primo André Santin de zagueiro central.


COMENTARIO ;

Caros amigos internautas e demais familiares, esta síntese extraordinária do Livro do primo Antonio Walter Santim, nos tras a lembrança dos momentos árduos vividos no período da 2@
Guerra Mundial, o desfecho dela no continente Europeu, o retorno ao Brasil, enfim, emoções a toda prova.

Lendo e relendo o breve relato, completo e maravilhoso, vemos as mesmas Raízes de nossas terras sulistas, famílias como : SANTIN, ZANIN, ROSSET, FANTIN, FRANCESCHI, BALDO, BOLZAN, MERLO e dezenas de outras  que se associaram as nossas raízer e realizaram a colonização e desenvolvimento em nosso pais.

Mesmo na breve leitura, nota-se as coincidências como as havidas aqui na região sul do Brasil. Uma vez que emigravam para o Brasil ou especialmente para a Argentina, vinham as famílias completas, isto é, todos os familiares parentes cunhados que residiam próximos uns dos outros vinham junto, como bem demonstra a Obra do Autor.

Com Angelo Benedetto Santin chegaram seu pai Valentino com sua mulher Maria Zanin, trés filhos, um irmão, DUAS CUNHADAS E CINCO SOBRINHOS, num total de 14 pessoas; 2 faleceram a bordo do navio em alto mar e um terceiro de nome Pietro faleceu na chegada vitima de angina.

No nosso tronco familiar também tivemos um tio bisavó de nome LUIGI EVAGELISTA SANTIN, casado com CATARINA DE BORTOLLI SANTIN, que veio casado da Italia e trouxe pessoas da familia de sua esposa ( cunhada e sobrinhos ) quando emigrou a Monte Bello do Sul,Rs, no final do século passado. 

HISTÓRIAS GEMEAS NA CHEGADA.


Quero aqui agradecer ao primo ainda não conhecido pessoalmente ANTONIO WALTER SANTIN, primeiro por me enviar o Livro acima referido e segundo por mandar tão lindo resumo de sua GRANDIOSA OBRA, que ilustra toda a trajetória de seu pai, ORGULHO DE TODOS SANTIN.

Muito Obrigado, querido primo Antonio, a sua obra será eterna.

Gladimir José Santin
Erechim Rs
Dongiuseppesantin@gmail.com






domingo, 2 de setembro de 2018

Familia Santo Mezzaroba e Giuseppe Santin - Escritura venda 3 imóveis - 26/08/1904

Aqui temos Escritura de Compra e Venda onde Santin Giuseppe e sua mulher Luigia Mezzaroba Santin fazem a venda a SANTO MEZZAROBA em 26.08.1904, todos conhecidos do notário Antonio Carlos Burlamaque e tambem todos residentes no municipio de Guaporé, Rs, sendo proprietários Rurais dos Lotes 52, 54 e 56, cada um respectivamente com 250.000 m2, havidos por compra feita a Bastian Companhia, todos os Lotes situados na Linha Vespasiano, fala tambem na Escritura que os valores ja haviam sido pagos por Santo Mezzaroba ao vendedor Giuseppe Santin e demais itens relacionados a escritura.

Por fim, Testemunhas nomeadas Giordano Tomasetto   e Tomaseto Luigi

Depois a Rogo da Outorgante Vendedora, por Declarar não saber Ler e nem Escrever assina Henrique Alquati, depois a Rogo do Outorgado comprador, por Declarar Não Saber Ler e Nem Escrever assina João Banhara.

Publicamos para o Conhecimento de todos.

Doação Terra pelos tios Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin a 4 Sobrinhos



Familia de Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin -  Doação

Aqui senhoras e senhores, depois de mais de cento e treze anos, encontramos nos velhos baus da história umaq glória que nos emociona a todos.

Saiba-se em quais circunstâncias da vida, os tios acima nominados, por oportunidade divina, decidem fazer uma DOAÇÃO INTER VIVOS, aos 4 sobrinhos CONSAGUINEOS, de nomes : SANTIN ARCANGELO, SANTIN NICOLAU, SANTIN VICTÓRIO e SANTIN GIOVANNI, todos  filhos do irmão SANTIN GIUSEPPE ( vejam, outro Giuseppe, creio que do tronco de Nicoló Santin e Giacoma Mezaroba Santin, o meu bisavo também era Giuseppe Santin, porem do tronco de Domenico Santin e Angela Gislon Santin - apesar de Domenico ter casado em primeiras nupcias com Angela Mezaroba Santin, e pelo falecimento dela, casou-se com outra Angela, porem esta Gislon ), enfim seguimos.

A Propriedade Doada era Lote 98 da Linha Tres de Maio, no interior de Guaporé, este imóvel havia sido adquirido junto ao estado, sendo que no ato da transferência aos sobrinhos, os queridos tios Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin efetuaram a quitação de valores junto ao estado do Rs, o que bem pode-se verificar junto a Escritura Publica, lavrada pelo então notário Antonio Carlos Burlamaque, sendo a area da propriedade de 302.500m2, ainda saliente que o referido imóvel seria administrado pelo pai dos menores senhor Giuseppe Santin, até os mesmos atingirem a maioridade.

Ao final as assinaturas de praxe, notário Antonio Carlos Burlamaque, depois, 
Santin Vincenzo       sua esposa   Mezaroba Luiza
Santin Giuseppe       pai dos menores

Testemunhas :  Luis Mugnol   e Filipini Payer ou mesmo Felippi Payer

Publicamos para os Anais da História, Linda, contundente  e EMOCIONANTE,

No mundos esta Cheio de Gente Grandiosa, Maravilhosa, que tem Deus no Coração

Abraço a todos.......

Familia Vincenzo Santin e Mezaroba Luiza - Doação Terras a 4 sobrinhos 14 out 1905




Familia Santin Dallazen & Spiller Santin


Nesta postagem, Certidão de Nascimento di tia avó Virginia Santin, filha de Giuseppe Santin e Maria Vanzella Santin, nascida 10 maio 1906, em Linha Tres de Maio em Guaporé, Rs.

Mudou-se com a familia para o Chile em fins de 1906, onde viveram em Los Galpones, Pitrufquen, na Araucania Chilena até 1915 aproximadamente, quando iniciaram viagem em Lombo de Mulas, desde Temuco a Santiago de Trem e de Santiago do Chile até Mendoza no lombo de mulas via Cordilheira dos Andes.

Em Mendoza a familia de Giuseppe e Maria, com os filhos e filhas, trabalharam na abertura de rochas de pedras para escoamento de agua na cidade, para ganhar uma certa quantia para o retorno ao Brasil.

Ao retornarem ao Brasil por volta de 1916/17 depois de uma breve passagem em Monte Bello do Sul e Guaporé, onde viveram por alguns dias na compahia de parentes, se dirigiram até a região do Grande Erechim onde fixaram residência, sendo que em setembro de 1917 bisavô Giuseppe Gislon Santin veio a falecer vitima de Acidente com Animal Cavalar ( Mula derrubou Nono e o arrastou até sua casa ), cerca de 2 km na saida de Erechim a Barão do Cotegipe, ou Linha América, até hoje assim conhecida.

Interessante :  Como Testemunha de nascimento da tia avó Virginia Santin, posteriormente casada com Ernesto Dallazen, tiveram tres filhos : Gomercindo, Nelson e Ernesto, atualmente apenas Ernesto ainda vive no Mato Grosso, mas uma das testemunhas do nascimento da tia Virginia, chamava-se ROMANO SPILLER,  de tradicional Familia Italiana de Guaporé, Rs.

Pois Bem, quis o destino, que pelo menos um filho de Romano Spiller de Guaporé, viesse fixar residencia e criar familia em Erechim, trata-se do querido avô  ORELIANO SPILLER que aqui casou-se com sua senhora da Familia TONIN, tiveram numeros filhos, dentre eles, minha querida tia MARILENE SPILLER SANTIN viuva de meu tio LUIS JOÃO SANTIN, pais dos primos Adilso Antonio Santin e Anilson Luis Santin. Mundo muito pequeno este, depois de mais de 112 anos, as aguas se ENCONTRAM NOVAMENTE.

Tambem, para lembrar, ELENA SPILLER, irmã da tia Marilene, reside conosco ha mais de 40 anos, como nossa irmã mais velha ou primeira, tambem a sobrinha Mercedes Spiller, morou e cuida da nossa familia tambem ha mais de 40 anos, GRATIDÃO ETERNA e qque mundo redondo  mesmo.

Viva a Polenta, a Saude, o Bom Vinho, e FAMILIA, a base de tudo.