Reportagem Jornal DIÁRIO DA MANHÃ de Erechim e Região em 09 Maio 1995 pagina 10.
O Jornal referia a ORDENAÇÃO SACERDOTAL do pai e avô ALDO CAETANO ROMAGNA , 63 anos, empresário, qque daquele momento em diante iria se dedicar aq Igreja e as comunidades carentes
Uma das motivaçoes em seguir vida no sacerdócio foi motivada pela morte da esposa dona Elisa Romagna sete anos antes e que precisou de empenho redobrado por parte do Pe. Aldo que precisou terminar Cursos de Primeiro e Segundo Grau.
Uma vez concluido os Cursos, ainda diante da incredulidade por parte dos filhos César Luiz e Celso Denny Romagna ( hoje ja falecido prematuramente em Porto Alegre, Rs ) seguiu a sua vontade e missão em tornar-se Religioso ou Diácono no inicio e finalmente PADRE na data acima.
A Igreja na pessoa de seus Bispos D. João Aloisio Hoffmann e D. Gironimo Zanandrea, apoiaram totalmente a vontade do novo Sacerdote e auxiliaram na sua formação bem como na nova missão diaria de evangelizar.
A Ordenação Pe. Aldo Caetano foi muito festiva na Comunidade da Paróquia São Cristóvão de Erechim e no domingo pela manhã rezou sua primeira missa na cidade de Gaurama Rs, onde trabalhou como Diácono.
NOSSA HISTÓRIA COM ALDO CAETANO ROMAGNA, primeiro o pai depois o PADRE.
Aldo Caetano Romagna, Gaúcho de Bento Gonçalves, fixou residência em Erechim, Rs, era casado com dona Elisa Romagna, na ocasião ela funcionária do INSS em Erechim e ele Empresário em Sócio da empresa Metalflex de Erechim onde trabalho por décadas.
O casal teve dois filhos : O Primeiro César Luiz Romagna , casado e pai de dois filhos, atualmente residindo em Porto Alegre, Rs, trabalha com Produção de Comerciais e Audiovisuais em geral, e o segundo filho de Aldo Caetano era Celso Denny Romagna, tambem csado, porem não teve filhos, e prematuramente veio a falecer ha alguns anos, para surpresa nossa em Erechim e todo estado, onde era muito querido.
Eu fui colega de aula do Celso e do César por mais de dez anos em Erechim, no Colégio La Salle no Bairro Ypiranga, onde todos nós viviamos em total harmonia, uma vida saudável de estudo, trabalho e MUITO FUTEBOL DE CAMPO, tambem fomos destacados atletas do time de HANDEBOL da Escola São João Batista de La Salle, onde até fomos Campeões na modalidade Handebol, fato raro na epoca, pois competiamos com escolas muito maiores, sem entretanto perder o foco.
Na nossa vida de jovem, a presença daquele pai Tolerante, Tranquilo, Sempre presente conosco em todos os momentos, tio ALDO como nós o chamávamos era a experiência do pai maior, de certa forma era nosso pai tambem, por sempre estar por perto, ajudando e orientando pelo melhor, traduzindo experiência, garra e equilíbrio para nós amigos de Cesar e Celso diante dos fatos do dia a dia, seja no trabalho ou no Esporte.
Tio Aldo Caetano Romagna teve grande passagem por Erechim. Sei que era exímio afinador de Gaitas, na empresa onde era sócio e trabalhava fabricava-se as Gaitas MARINELLA, muito vendidas em toda região do Alto Uruguai Gaucho, Oeste Catarinense e Sudoeste do Paraná, sei e vi muitas vezes ele e seu amigo senhor Kuiavinski consertando e afiando as ditas gaitas, de diferentes marcas, uma lembrança marcante em nossas vidas.
Por muitos anos, procurei o recorte do Jornal, hoje aqui Publicado, numa sentimental recordação da Memória do querido amigo, e tambem do filho querido Celso Denny, nosso amigo do peito, amigo inseparável, o qual visitei por inumeras vezes em Porto Alegre, Rs, onde trabalhava na sua empresa Lucsson Cass, que saudade destes amigos queridos, que DEUS em sua infinita bondade lhes conseda o DESCANSO ETERNO.
Publico o Presente para Recordar a Trejetória Marcante destes filhos de Deus que tanto deixaram marcas maravilhosas em nossas vidas.
sábado, 8 de setembro de 2018
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
Batalhas de um Pracinha Livro de Antonio Walter Santim Sp

Antonio Walter Santim, o autor, nasceu em Irapuru/SP, em 1954. Formou-se em Engenharia de Minas pela Escola Politécnica da USP em 1978, e desde então, exerceu sua profissão na indústria de mineração. Em 2012 contribuiu para o livro “Causos da Casa do Politécnico” com diversos contos. Agora, como narrador e principalmente, historiador, ele reconstituiu e resgatou a trajetória de seu pai, homem do campo, obrigado a trocar o cabo da enxada pela metralhadora Browning .30. Mais que isso, seguiu-o em duas guerras: a dura campanha da FEB na Itália e a não menos dura guerra na volta para o Brasil, esquecido do governo, lutando bravamente para sustentar a família e mais que isso, para dar uma formação profissional para seus filhos.
Mas a narrativa não se restringe à vida do seu pai, Pedro Honório Santim, e remonta a 1888, quando o bisavô, Ângelo Benedetto Santin, emigra com a família da Itália, “per fare l’America”. As durezas da vida da família, até mesmo do bisneto Antonio Walter, como estudante em São Paulo e depois destacado profissional da especialidade “Processos Minerais”, são narradas de forma viva e instigante. Trata-se, portanto, da verdadeira saga de toda uma família!
O depoimento emocionante da mãe do escritor, Maria Bizari Santim, é outra peça forte, narrando as dificuldades duma mulher naquela época, não muito diferentes das de hoje, mas muito mais sacrificantes.
O herói, como em toda saga, é um guerreiro, Pedro Honório. Ao longo da narrativa acompanha-se o crescimento daquele jovem interiorano em meio à luta contra o inimigo, contra o frio, contra a chuva, contra a fome, contra os maus elementos do mesmo grupo...
A resistência a tantas vicissitudes vem apenas duma boa criação, de valores muito bem definidos que apenas foram reforçados por toda esta luta. E a tristeza de ver que muitos desses maus elementos tinham patente e autoridade para impor o seu mau caráter e suas más atitudes... É a narrativa dum caráter lapidado ao longo do tempo!
Impressiona ainda a pesquisa histórica acurada, baseada em publicações, nos testemunhos e esclarecimentos de sobreviventes da campanha ou de seus dependentes ou de pessoas que tiveram contacto com eles e, principalmente, da recomposição de toda a trajetória do combatente em solo italiano.
Enfim, uma leitura que instrui e proporciona muito prazer!
Fare l’America
Meu pai Pedro Honório Santim foi lutar no país do seu avô Angelo Benedetto Santin, que era nascido na comunidade de Santo Stino de Livenza, Venezia; e batizado em Pasiano de Pordenone, hoje no Friuli.
Com Angelo Benedetto, em 24 de fevereiro de 1888, chegaram a Santos: seu pai Valentino, a mulher Maria Zanin, três filhos, um irmão, duas cunhadas e cinco sobrinhos, num total de 14 pessoas. Dois filhos morreram durante a viagem e foram lançados ao mar, e um terceiro, Pietro, morreu de angina logo depois da chegada, quando tinha apenas quatro anos. O filho mais velho, sobrevivente à viagem, chamava-se Giacomo, e a filha, Giovanna (Joana).
A seguir, cópias do livro de registro da Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo, a versão original e a transcrita atualizada, mostrando os dados dos emigrados da Itália.
Minha bisavó Maria Zanin era filha de André Zanin e Corina Fiomani. Meu trisavô Valentino era casado com Maddalena, filha de Domenico Rosset, meu tataravô. O pai do Valentino, tataravô também, chamava-se Antonio Santin, como eu.
Sobre os descendentes do meu bisavô Angelo Benedetto Santin temos um grupo com seu nome no facebook, e praticamente todos os ramos da família estão representados.
Um dos irmãos do Benedetto, Giuseppe, veio com a esposa Mariana Rubin e dois filhos: Benedetto e Maddalena. Não sabemos como evoluiu esta família em termos de descendentes e localização.
O outro irmão, que não está na lista da Hospedaria, chamar-se-ia Antonio, e seria casado com a Catterina Fantin, tendo os filhos Augusto, Giovanni e Regina. Não sabemos como evoluiu a família.
A irmã do Angelo Benedetto, Giovanna, viveu e morreu na Itália, tendo sido casada com Antonio Borigana. Não temos informações de descendentes.
Minha bisavó Maria Zanin era filha de André Zanin e Corina Fiomani. Meu trisavô Valentino era casado com Maddalena, filha de Domenico Rosset, meu tataravô. O pai do Valentino, tataravô também, chamava-se Antonio Santin, como eu.
Sobre os descendentes do meu bisavô Angelo Benedetto Santin temos um grupo com seu nome no facebook, e praticamente todos os ramos da família estão representados.
Um dos irmãos do Benedetto, Giuseppe, veio com a esposa Mariana Rubin e dois filhos: Benedetto e Maddalena. Não sabemos como evoluiu esta família em termos de descendentes e localização.
O outro irmão, que não está na lista da Hospedaria, chamar-se-ia Antonio, e seria casado com a Catterina Fantin, tendo os filhos Augusto, Giovanni e Regina. Não sabemos como evoluiu a família.
A irmã do Angelo Benedetto, Giovanna, viveu e morreu na Itália, tendo sido casada com Antonio Borigana. Não temos informações de descendentes.
A família do Arcangelo Santin posteriormente estabeleceu-se em Pacaembu na Alta Paulista, com os filhos espalhando-se por São Paulo, Jundiaí, Indaiatuba, Irapuru.
O Giglio Santin, por sua vez, estabeleceu-se no distrito de Alto Palmital, município de Boa Esperança, no Paraná, com os demais filhos que tiveram: Agostinho, Aurélio, Honório, Luis, Atílio, José Pedro, e as filhas Ana Maria (Fagnani), Benta Ireni (Lima Bueno), Delci (Botura) e Lourdes (Borlina). Curiosidade: a Lourdes casou-se com um sobrinho da Regina Borlina, esposa do Arcangelo Santin, o Honório Borlina.
Segue foto de visita que meu pai Pedro Honório fez ao tio Giglio, da esquerda para a direita: meu pai, Aurélio Santin, Agostinho Santin ao fundo, Vicente Castro, esposa do Aurélio, Nair Santin esposa do Vicente, Honório, tia Maria Franceschi, Lidia, tio Giglio, Benta Ireni Santin e o marido atrás, Bolivar filho do Vicente e Nair, José Pedro e Atílio Santin, minha irmã Eliane com o filho do Atílio no colo.
O filho primogênito do Benedetto, Giacomo Santin, italiano de nascimento, depois de Catanduva foi para a região de Marília e de lá seus descendentes se espalharam. Atualmente estão concentrados, sobretudo em Dracena/SP e Loanda/PR, como também na Grande São Paulo. Os filhos foram: Regina (casada Merlo), Antonio, Angelo Benedicto, Maria (Giaccon), José (ou Beppe), Augusta (Bolzan), João, Adelaide (Veri), Luiz, Honório (faleceu precocemente).
Segue foto do casal Giacomo Santin e Amalia Villalta, no dia do casamento do filho Antonio Santin, que também se casou com uma Borlina, a Luiza, irmã da Regina, esposa do Arcangelo Santin. Infelizmente a qualidade da foto deixa a desejar. Em pé da esquerda para a direita: meu avô Arcangelo está cortado, depois Giglio Santin, os irmãos da noiva, Pascoa, Santa e Felício Borlina, os irmãos do noivo, Angelo Benedicto e José Santin. Sentados: minha avó Regina com o Domingos no colo, o Pedro Honório cortado à sua direita e a Rosa à sua esquerda apoiada na Amália Villalta, Giacomo Santin e minha bisavó Maria Zanin.
filha mais velha do Benedetto, Giovanna Santin, italiana de nascimento, morou sempre em Taubaté. Com o primeiro marido, Giuseppe Villalta, teve três filhos: Pedro (faleceu neném), Achile e Maria Luíza. Achile casou com Maria Benedicta de Paula, teve um filho por nome de José, porém não temos notícias dos seus descendentes, nem sabemos se Maria Luiza casou.
Com a morte do Villalta, Giovanna casou com Domenico Braschi. Temos contato com os descendentes do primeiro filho, João Braschi. A filha Maria Braschi casou com Naresi, e teve os filhos Odney, Leila e Edna, mas não temos contato. Também não temos contato com os descendentes da segunda filha, Josephina, que casou com José Benedito Alves. Uma terceira filha, Mariana, casou com Mancastropi, tendo os filhos Claudio e Claudete (sem contatos).
Temos duas fotos da Giovanna. A primeira com os filhos Achile, Maria Luiza e João (bebê). A segunda com João, Josephina e Maria. Não sabemos quem são as duas senhoras sentadas.
O primeiro filho do Benedetto a nascer no Brasil foi a Luiza Santin, que se casou com Luigi Pantarotto em Guariba/SP. Ela faleceu no primeiro parto e não sabemos se a criança sobreviveu.
Depois da Luiza veio Carolina Santin. Ela se casou com Giacinto Baldo, gerando 6 filhos: Olivia, Julia, Pedro, Olimpio, Antonio e Eduardo (ou Mario). Giacinto faleceu e posteriormente Carolina casou com o irmão mais novo dele, Vicenzo (ou Lorenzo), tendo mais um filho: Mario (ou Eduardo). Temos contatos com os descendentes de Pedro e Antonio Baldo, de Palmares Paulista/SP. O filho de Olimpio faleceu sem deixar descendente. Eduardo e Mario não se casaram. Olivia casou com Fioravante Carmello e Júlia com Alfredo Albi, de cujos descendentes não temos notícias.
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| Carolina e Vicenzo |
A filha caçula do Benedetto, Amália Santin, veio depois de meu avô Arcangelo. Ela casou com Luigi (Giggio) Baldo, o tio Luiz, que era sobrinho do Giacinto e do Vicenzo. Tiveram os filhos Gildo, Aurélio, Mário e Dorval. E as filhas Lúcia (casada Belucci), Nair (Valério), Ana (Mecati), Antonia (Gomes), Maria Paula (Bernardo Pinto) e Ermangene (Marelli). O tio Luiz morava perto de meu avô, no bairro do Alto Alegre, no município de Pacaembu, depois o pessoal espalhou pelo Paraná, Mato Grosso do Sul.
Na primeira foto o tio e a tia, ladeados pela filha Lúcia e o genro Reinaldo Belucci. Na foto da ponte do rio Tiête: o tio Luiz, Dorval, meu pai elegante, Gildo e meu tio Domingos Santin.
Na foto do conjunto musical: Dorval, Mario, Aurélio, Gildo e outro parente. Depois o time de futebol do Alto Alegre com três Baldo: Mario de lateral direito, Dorval de goleiro, Gildo de ponta esquerda e o primo André Santin de zagueiro central.
COMENTARIO ;
Caros amigos internautas e demais familiares, esta síntese extraordinária do Livro do primo Antonio Walter Santim, nos tras a lembrança dos momentos árduos vividos no período da 2@
Guerra Mundial, o desfecho dela no continente Europeu, o retorno ao Brasil, enfim, emoções a toda prova.
Lendo e relendo o breve relato, completo e maravilhoso, vemos as mesmas Raízes de nossas terras sulistas, famílias como : SANTIN, ZANIN, ROSSET, FANTIN, FRANCESCHI, BALDO, BOLZAN, MERLO e dezenas de outras que se associaram as nossas raízer e realizaram a colonização e desenvolvimento em nosso pais.
Mesmo na breve leitura, nota-se as coincidências como as havidas aqui na região sul do Brasil. Uma vez que emigravam para o Brasil ou especialmente para a Argentina, vinham as famílias completas, isto é, todos os familiares parentes cunhados que residiam próximos uns dos outros vinham junto, como bem demonstra a Obra do Autor.
Com Angelo Benedetto Santin chegaram seu pai Valentino com sua mulher Maria Zanin, trés filhos, um irmão, DUAS CUNHADAS E CINCO SOBRINHOS, num total de 14 pessoas; 2 faleceram a bordo do navio em alto mar e um terceiro de nome Pietro faleceu na chegada vitima de angina.
No nosso tronco familiar também tivemos um tio bisavó de nome LUIGI EVAGELISTA SANTIN, casado com CATARINA DE BORTOLLI SANTIN, que veio casado da Italia e trouxe pessoas da familia de sua esposa ( cunhada e sobrinhos ) quando emigrou a Monte Bello do Sul,Rs, no final do século passado.
HISTÓRIAS GEMEAS NA CHEGADA.
Quero aqui agradecer ao primo ainda não conhecido pessoalmente ANTONIO WALTER SANTIN, primeiro por me enviar o Livro acima referido e segundo por mandar tão lindo resumo de sua GRANDIOSA OBRA, que ilustra toda a trajetória de seu pai, ORGULHO DE TODOS SANTIN.
Muito Obrigado, querido primo Antonio, a sua obra será eterna.
Gladimir José Santin
Erechim Rs
Dongiuseppesantin@gmail.com
domingo, 2 de setembro de 2018
Familia Santo Mezzaroba e Giuseppe Santin - Escritura venda 3 imóveis - 26/08/1904
Aqui temos Escritura de Compra e Venda onde Santin Giuseppe e sua mulher Luigia Mezzaroba Santin fazem a venda a SANTO MEZZAROBA em 26.08.1904, todos conhecidos do notário Antonio Carlos Burlamaque e tambem todos residentes no municipio de Guaporé, Rs, sendo proprietários Rurais dos Lotes 52, 54 e 56, cada um respectivamente com 250.000 m2, havidos por compra feita a Bastian Companhia, todos os Lotes situados na Linha Vespasiano, fala tambem na Escritura que os valores ja haviam sido pagos por Santo Mezzaroba ao vendedor Giuseppe Santin e demais itens relacionados a escritura.
Por fim, Testemunhas nomeadas Giordano Tomasetto e Tomaseto Luigi
Depois a Rogo da Outorgante Vendedora, por Declarar não saber Ler e nem Escrever assina Henrique Alquati, depois a Rogo do Outorgado comprador, por Declarar Não Saber Ler e Nem Escrever assina João Banhara.
Publicamos para o Conhecimento de todos.
Por fim, Testemunhas nomeadas Giordano Tomasetto e Tomaseto Luigi
Depois a Rogo da Outorgante Vendedora, por Declarar não saber Ler e nem Escrever assina Henrique Alquati, depois a Rogo do Outorgado comprador, por Declarar Não Saber Ler e Nem Escrever assina João Banhara.
Publicamos para o Conhecimento de todos.
Doação Terra pelos tios Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin a 4 Sobrinhos
Familia de Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin - Doação
Aqui senhoras e senhores, depois de mais de cento e treze anos, encontramos nos velhos baus da história umaq glória que nos emociona a todos.
Saiba-se em quais circunstâncias da vida, os tios acima nominados, por oportunidade divina, decidem fazer uma DOAÇÃO INTER VIVOS, aos 4 sobrinhos CONSAGUINEOS, de nomes : SANTIN ARCANGELO, SANTIN NICOLAU, SANTIN VICTÓRIO e SANTIN GIOVANNI, todos filhos do irmão SANTIN GIUSEPPE ( vejam, outro Giuseppe, creio que do tronco de Nicoló Santin e Giacoma Mezaroba Santin, o meu bisavo também era Giuseppe Santin, porem do tronco de Domenico Santin e Angela Gislon Santin - apesar de Domenico ter casado em primeiras nupcias com Angela Mezaroba Santin, e pelo falecimento dela, casou-se com outra Angela, porem esta Gislon ), enfim seguimos.
A Propriedade Doada era Lote 98 da Linha Tres de Maio, no interior de Guaporé, este imóvel havia sido adquirido junto ao estado, sendo que no ato da transferência aos sobrinhos, os queridos tios Vincenzo Santin e Luiza Mezaroba Santin efetuaram a quitação de valores junto ao estado do Rs, o que bem pode-se verificar junto a Escritura Publica, lavrada pelo então notário Antonio Carlos Burlamaque, sendo a area da propriedade de 302.500m2, ainda saliente que o referido imóvel seria administrado pelo pai dos menores senhor Giuseppe Santin, até os mesmos atingirem a maioridade.
Ao final as assinaturas de praxe, notário Antonio Carlos Burlamaque, depois,
Santin Vincenzo sua esposa Mezaroba Luiza
Santin Giuseppe pai dos menores
Testemunhas : Luis Mugnol e Filipini Payer ou mesmo Felippi Payer
Publicamos para os Anais da História, Linda, contundente e EMOCIONANTE,
No mundos esta Cheio de Gente Grandiosa, Maravilhosa, que tem Deus no Coração
Abraço a todos.......
Familia Santin Dallazen & Spiller Santin
Nesta postagem, Certidão de Nascimento di tia avó Virginia Santin, filha de Giuseppe Santin e Maria Vanzella Santin, nascida 10 maio 1906, em Linha Tres de Maio em Guaporé, Rs.
Mudou-se com a familia para o Chile em fins de 1906, onde viveram em Los Galpones, Pitrufquen, na Araucania Chilena até 1915 aproximadamente, quando iniciaram viagem em Lombo de Mulas, desde Temuco a Santiago de Trem e de Santiago do Chile até Mendoza no lombo de mulas via Cordilheira dos Andes.
Em Mendoza a familia de Giuseppe e Maria, com os filhos e filhas, trabalharam na abertura de rochas de pedras para escoamento de agua na cidade, para ganhar uma certa quantia para o retorno ao Brasil.
Ao retornarem ao Brasil por volta de 1916/17 depois de uma breve passagem em Monte Bello do Sul e Guaporé, onde viveram por alguns dias na compahia de parentes, se dirigiram até a região do Grande Erechim onde fixaram residência, sendo que em setembro de 1917 bisavô Giuseppe Gislon Santin veio a falecer vitima de Acidente com Animal Cavalar ( Mula derrubou Nono e o arrastou até sua casa ), cerca de 2 km na saida de Erechim a Barão do Cotegipe, ou Linha América, até hoje assim conhecida.
Interessante : Como Testemunha de nascimento da tia avó Virginia Santin, posteriormente casada com Ernesto Dallazen, tiveram tres filhos : Gomercindo, Nelson e Ernesto, atualmente apenas Ernesto ainda vive no Mato Grosso, mas uma das testemunhas do nascimento da tia Virginia, chamava-se ROMANO SPILLER, de tradicional Familia Italiana de Guaporé, Rs.
Pois Bem, quis o destino, que pelo menos um filho de Romano Spiller de Guaporé, viesse fixar residencia e criar familia em Erechim, trata-se do querido avô ORELIANO SPILLER que aqui casou-se com sua senhora da Familia TONIN, tiveram numeros filhos, dentre eles, minha querida tia MARILENE SPILLER SANTIN viuva de meu tio LUIS JOÃO SANTIN, pais dos primos Adilso Antonio Santin e Anilson Luis Santin. Mundo muito pequeno este, depois de mais de 112 anos, as aguas se ENCONTRAM NOVAMENTE.
Tambem, para lembrar, ELENA SPILLER, irmã da tia Marilene, reside conosco ha mais de 40 anos, como nossa irmã mais velha ou primeira, tambem a sobrinha Mercedes Spiller, morou e cuida da nossa familia tambem ha mais de 40 anos, GRATIDÃO ETERNA e qque mundo redondo mesmo.
Viva a Polenta, a Saude, o Bom Vinho, e FAMILIA, a base de tudo.
sábado, 9 de dezembro de 2017
FAMÍLIA TOCHETTO DE LUIGI ANGELO TOCCHETTO
Apaixonada pela história, engajada nas emoções das recordações e das descobertas, realizei uma pesquisa junto a familiares e amigos na expectativa de revelar a origem da família Tocchetto.
Antes de iniciar aconselho a quem não tiver lido o post do meu amigo Gladimir Jose Santin que o faça, pois através deste que o presente trabalho teve inicio. (http://dongiuseppesantin.blogspot.com.br/2013/04/passaporte-italiano-tio-giuseppe.html).
Sante Tocchetto nascido em 06/04/1847 casou em 12/02/1866 com Celeste Fassina nascida em 09/02/1842, tiveram três filhos, Luigi Angelo Tocchetto nascido em 17/03/1871, Regina Tocchetto nascida em 29/08/1875, e Giuseppe Bortolo Tocchetto nascido em 09/08/1887.
Sante e Celeste chegaram ao Brasil em 1894, conforme pesquisa realizada no site www.emigrazioneveneta.com, Não há indicação da data da chegada dos filhos, porém acredita-se que tenham migrado juntos.
O filho mais velho LUIGI ANGELO TOCCHETTO, que nasceu na Província de Treviso na città di Montebelluna Itália, em 17 de março de 1871 era meu trisavô. Abaixo certidão de nascimento a qual foi buscada pessoalmente pelo amigo Roberto Poloni, cuja família dali também migrou.
Antes de iniciar aconselho a quem não tiver lido o post do meu amigo Gladimir Jose Santin que o faça, pois através deste que o presente trabalho teve inicio. (http://dongiuseppesantin.blogspot.com.br/2013/04/passaporte-italiano-tio-giuseppe.html).
Sante Tocchetto nascido em 06/04/1847 casou em 12/02/1866 com Celeste Fassina nascida em 09/02/1842, tiveram três filhos, Luigi Angelo Tocchetto nascido em 17/03/1871, Regina Tocchetto nascida em 29/08/1875, e Giuseppe Bortolo Tocchetto nascido em 09/08/1887.
Sante e Celeste chegaram ao Brasil em 1894, conforme pesquisa realizada no site www.emigrazioneveneta.com, Não há indicação da data da chegada dos filhos, porém acredita-se que tenham migrado juntos.
O filho mais velho LUIGI ANGELO TOCCHETTO, que nasceu na Província de Treviso na città di Montebelluna Itália, em 17 de março de 1871 era meu trisavô. Abaixo certidão de nascimento a qual foi buscada pessoalmente pelo amigo Roberto Poloni, cuja família dali também migrou.
Luigi Angelo Tocchetto era casado com Angela Biz também italiana, não há informações a cerca do local e data de casamento, faleceram em Mendoza Argentina pela gripe espanhola ela em 1904 e ele em 1908, tiveram cinco filhos: Vitorio Tocchetto Casado com Jacomina Cechet, o qual faleceu na cidade de Foz do Iguaçu PR, Arthuro Tocchetto casado com Amabile Cechet, Maria Tocchetto casada com um Santin, Rosa Tochetto casado com Jaques Vachi e Antonio Tochetto.
Luigi Angelo Faleceu com apenas 37 anos de idade, seus filhos na época eram todos crianças, após o falecimento de Angela e posteriormente de Luigi, o irmão Giusseppe Bortolo Tochetto o qual na época estava no Chile foi chamado a ir a Mendoza buscar os filhos órfãos de seu irmão. Conforme relatado pelo amigo Gladmir Santim o senhor Giuseppe Bortolo Toccheto saiu da cidade de Pitrufquem Chile e foi até Santiago do Chile dali foram até parte da cordilheira dos Andes e depois em lombo de mulas deslocaram-se até Mendoza.
Os órfãos foram criados por seu tio residiram por determinado tempo em Pitrufquem Chile e posteriormente voltaram para o Brasil.
Residiam na Linha 02 de Barão de Cotegipe RS.
O filho órfão Arthuro Tochetto (a grafia mudou pelos erros cartorários, para Tochetto com um C) casado com Amabile Cechet é meu Bisavô, ele nasceu em 24/11/1903 na Argentina porém não há certidão de nascimento registrada e chegando ao Brasil o primeiro documento localizado foi a certidão de casamento onde consta que ele é natural do estado do RS.
Realizadas inúmeras buscas pela certidão de nascimento tanto no Brasil quanto na Argentina não tive sucesso em localiza-la, acredito que não o tenham registrado em momento algum.
Casou-se perante o registro civil de Erechim RS em 14/04/1928, a noiva era Italiana Nata vinda para o Brasil com cinco anos de idade na companhia de seus pais, porém perdeu sua naturalidade quando novamente registrada na cidade de Caxias do Sul RS, ela nascida em 5/10/1905.
Quando Arthuro e Amabile casaram-se já tinham duas filhas que eram: Adelina nascida em 28/12/1925 e Elvira nascida em 14/01/1928.
Arthuro e Amabile tiveram 13 filhos:
1- Alcides Tochetto nascido em 15/07/1930, casado com Elza Polhig, tiveram 04 filhos, Valdecir Tochetto, Dirceu Tochetto, Rosmari Tochetto e Rosilei Tochetto.
2- Izidoro Tochetto casado com uma Capeletto e tiveram 04 filhos (não sabemos os nomes)
3- Elvira Tochetto, casada com filhos.
4- João Tochetto casado com Lurdes Mezomo tiveram 07 filhos: Itacir, Nelcir, Alderi, Ade, Claudir, Marli e Solange.
5- Anizio Tochetto casado com Alfreda Spsnik, tiveram 07 filhos: Terezinha, Vanilde< neusa, Ari, Ivo, Amauri, Jaime.
6- Irene Tochetto casada com Vitorio Mezomo, tiveram 07 filhos: Itacir, Amauri, geni, Iraci, Noeli, Roseli e Marli.
7- Angelo Tochetto casado com Geni Alves tiveram 02 filhos: Ade e Rejane.
8- Elza Tochetto casada com Luiz Gnhoatto tiveram 03 filhos: Sirlei, Itacir, Jurandir.
9- Lurdes Tochetto casada com Francisco Basso, tiveram 02 filhos (não sabemos o nome).
10- Vilson Tochetto casado com Iraci Beck tiveram 01 filho: Edvir
11- Valdir Tochetto casado com Inês Romano, tiveram 02 filhos: Silvana e Thales Vilson
12- Laurindo Tocchetto, não se casou, quando era criança foi atingido com um coice de cavalo e perdão a visão após uma cirurgia mal sucedida.
13- Adelina Tochetto casada com Eduardo Sotonisk, tiveram 06 filhos: Vilmar, Antonio, Iracema, Ilda Terezinha, (falta uma que não sabemos o nome).
Arthuro e Amabile criaram seus filhos por determinado tempo na linha 02 de Barão de Cotegipe posteriormente foram morar na Vila Guavirova em Vila Palmeiras RS.
O Bisnono Arthuro ficou doente, pelos relatos “Não comia, não falava, ficava só na cama, não queria tomar banho” sem diagnóstico diziam que ele tinha ficado Louco, então foi levado para o Manicômio São Pedro em Porto Alegre, hoje hospital.
Dizem que quando o vieram buscar ele gritava desesperado que não queria ir.
Acredito que estava com uma forte depressão.
Arthuro faleceu no próprio manicômio em 18/10/1966, foi sepultado no cemitério da Santa Casa em POA, atualmente seus ossos estão no cemitério de Vila Palmeiras RS, o neto Vilson Tochetto cuidou do translado dos ossos.
Na lapide de Arthuro observa-se que as datas de nascimento e morte estão erradas.
O filho Alcides Tochetto é meu nono nasceu em 15/07/1930, ele se casou com Elza Poelhig, neta de Alemães, em 20/06/1959.
Tiveram quatro filhos:
1- Dirceu Tochetto casado com Veronica Rampanelli, tiveram três filhas, Rochieli Tochetto, Micheli Tochetto e Gabrieli Tochetto.
2- Valdecir Tochetto casado com Mirian Tonioli, tiveram dois filhos, Jessica Maria Tochetto e Renan Cesar Tochetto.
3- Rosmari Tochetto foi casada com Miguel Pinto de Toledo, tiveram dois filhos, Ana Renata Pinto de Toledo e Guilherme Pinto de Toledo.
4- Rosilei Tochetto casada com Odir Tonioli, tem três filhos, Gean Tonioli, Arthur Tonioli e Isadora Tonioli.
Dirceu Tochetto (meu pai) casou-se com Veronica Rampanelli os quais tem três filhas, eu Rochieli Tochetto Fracasso, Micheli Tochetto e Gabrieli Tochetto.
E Eu Rochieli Tochetto sou casada com Gustavo Fracasso e tenho dois filhos Isabela Tochetto Fracasso e Fernando Tochetto Fracasso.
E a história só tem a continuar, e espero que assim como eu que prezo pela manutenção das recordações, possa estar inspirando aos parentes e amigos a contribuir com alguma informação que aqui não postei por falta de conhecimento.
TOCCHETTO, observa-se que a grafia sofreu mudança para TOCHETTO.
Caxias do Sul 05 de dezembro de 2017
TOCHETTO ROCHIELI
Fone 54 9 91012117
E-mail: rochielitochetto1@gmail.com
domingo, 28 de agosto de 2016
Familias Santin Mezzalira, Férri Santin, Mezzalira Spézia - Anta Gorda , Rs, ano 2010
Aqui publicamos uma recordação histórica. Primos ENILTON SPÉZIA, ja falecido, em minha companhia e mais sua esposa e as duas filhas, além do cunhado, em Itapuca, Anta Gorda, janeiro de 2010.
A Nona Santin Spézia, filha e genro Enilton, a neta e os dois filhos, em sua casa em Itapuca, distrito de Anta Gorda, janeiro de 2010
Minha esposa Ivone com primas Spézia e nona Santin Spézia.
Aqui foto da Secular Gruta de Itapuca, Anta Gorda, onde tem a tradicional Festa da Gruta, extraordinário templo da fé cristã, existe uma sociedade que efetuar a romaria e missas no local, onde o imóvel rural é de propriedade da familia TOIGO, muito numerosa e cristã como aliás todos o são na localidade.
Escadaria e caminho da Gruta............
Interior da Gruta com imagens
Placas com bençãos recebidas de toda parte...............
Escadaria da Gruta, muito linda e maravilhosa. Um local de Fé e oração, nosso querido primo ENILTON SPÉZIA como de resto toda familia, trabalhou muito ajudando em todo tipo de necessidade e se doando pela comunidade regional. Fica este registro como recordação eterna destes amigos e familiares maravilhosos com quem tivemos o privilégio de conviver. Fotos de Janeiro de 2010.
A Nona Santin Spézia, filha e genro Enilton, a neta e os dois filhos, em sua casa em Itapuca, distrito de Anta Gorda, janeiro de 2010
Minha esposa Ivone com primas Spézia e nona Santin Spézia.
Aqui foto da Secular Gruta de Itapuca, Anta Gorda, onde tem a tradicional Festa da Gruta, extraordinário templo da fé cristã, existe uma sociedade que efetuar a romaria e missas no local, onde o imóvel rural é de propriedade da familia TOIGO, muito numerosa e cristã como aliás todos o são na localidade.
Escadaria e caminho da Gruta............
Interior da Gruta com imagens
Placas com bençãos recebidas de toda parte...............
Escadaria da Gruta, muito linda e maravilhosa. Um local de Fé e oração, nosso querido primo ENILTON SPÉZIA como de resto toda familia, trabalhou muito ajudando em todo tipo de necessidade e se doando pela comunidade regional. Fica este registro como recordação eterna destes amigos e familiares maravilhosos com quem tivemos o privilégio de conviver. Fotos de Janeiro de 2010.
sábado, 16 de julho de 2016
A Familia e a Igreja na Vida da Gente
Igreja Santo Antão, Linha Tres de Maio Guaporé, março 2008
Equipe do Churrasco e primos Angel Santin Chile, Arcangelo Santin Brasil e demais amigos e familiares, Baldisarelli, Edegar e Jaime Santin e primo Juarez Lazzaretti, devidamente próximos da Churrasqueira
Da direita nona Candida Santin Marina e familiar
Primas Domenica Santin e prima Vilma Santin Mezzalira e filhas de Itapuca, municipio de Anta Gorda
Prima Maria Santin, falecido primo ENILTON SPÉZIA e cunhado
Casal de primos de CHAPECÓ SC senhor Artemio Santin e esposa Antonia Gessy Santin
Casal de primos Miguel Santin Dorigo de Guaporé com casal Chileno Angel Santin Santin e esposa Eliana, 2008 março
Familia Santin Spézia, Santin Mezzalira e casal Chileno, tambem prima Domenica Santin de Guaporé
Silvino Zampese e esposa e irmão Zampese de Guaporé com primos Chilenos
Familia Zampese e netas
Padre Celito, celebrante da Santa Missa
Aqui dona Gentile Pinn Santin, filho Jamir, Camila Santin Chile, casal Toli Santin de Serafina Correa e Filho, Don Angel e esposa, Artemio e dona Gessy
O Tradicional bate papo ao final da missa
Prima Eleda Santin de Bento, dando agua ao casal de primos Chilenos
Aqui Rosicler de branco, primas Santin de Passo Fundo, atras dela Rita Cassia Santin Machado de Erechim, de branco com menina prima Monica Santin Mattia Ferrari de Bento Gonçalves, depois minha mãe Nilva, Janete e esposa do Braga ( Félix Santin )
Familiares Santin de toda região
Aqui minha santa e querida mãe NILVA MARTINELLI SANTIN, que foi de Erechim, Rs, juntamente com minha irmã Rosicler, prestigiar e conhecer os primos de Guaporé e de toda região e o casal Chileno. Na foto, da esquerda para direita: Nilva Santin, Janete Santin, casal Félix Santin e esposa e prima Lucia Santin, 2008 março
Equipe do Churrasco e primos Angel Santin Chile, Arcangelo Santin Brasil e demais amigos e familiares, Baldisarelli, Edegar e Jaime Santin e primo Juarez Lazzaretti, devidamente próximos da Churrasqueira
Da direita nona Candida Santin Marina e familiar
Primas Domenica Santin e prima Vilma Santin Mezzalira e filhas de Itapuca, municipio de Anta Gorda
Prima Maria Santin, falecido primo ENILTON SPÉZIA e cunhado
Casal de primos de CHAPECÓ SC senhor Artemio Santin e esposa Antonia Gessy Santin
Casal de primos Miguel Santin Dorigo de Guaporé com casal Chileno Angel Santin Santin e esposa Eliana, 2008 março
Familia Santin Spézia, Santin Mezzalira e casal Chileno, tambem prima Domenica Santin de Guaporé
Silvino Zampese e esposa e irmão Zampese de Guaporé com primos Chilenos
Familia Zampese e netas
Padre Celito, celebrante da Santa Missa
Aqui dona Gentile Pinn Santin, filho Jamir, Camila Santin Chile, casal Toli Santin de Serafina Correa e Filho, Don Angel e esposa, Artemio e dona Gessy
O Tradicional bate papo ao final da missa
Prima Eleda Santin de Bento, dando agua ao casal de primos Chilenos
Aqui Rosicler de branco, primas Santin de Passo Fundo, atras dela Rita Cassia Santin Machado de Erechim, de branco com menina prima Monica Santin Mattia Ferrari de Bento Gonçalves, depois minha mãe Nilva, Janete e esposa do Braga ( Félix Santin )
Familiares Santin de toda região
Aqui minha santa e querida mãe NILVA MARTINELLI SANTIN, que foi de Erechim, Rs, juntamente com minha irmã Rosicler, prestigiar e conhecer os primos de Guaporé e de toda região e o casal Chileno. Na foto, da esquerda para direita: Nilva Santin, Janete Santin, casal Félix Santin e esposa e prima Lucia Santin, 2008 março
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