Aqui grande Recordação de 02 Setembro de 1994, Primos Lazaro, Adonis e
Márcia, em Criciuma, Sc.
Desde pequeno primo Adonis foi incentivado a falar outras línguas,
dentre elas o alemão, que acredito ele falar fluentemente, porque sei
que ja residiu na europa.
Primo Adonis, filho de dona Marcia Buss e primo Lazaro Santin, aqui uma
pequena recordação de sua infância, que mantemos por quase 25 anos e ora
publicamos, grande abraço.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Aqui parte entrevista de 03 Julho de 2009, gravada comigo Gladimir e Professor , Escritor e amigo de Erechim, Rs, HONÓRIO TONIAL, infelizmente nesse momento ja falecido, mas que foi o maior baluarte no desenvolvimento e manutenção da Língua Talian na região do Alto Uruguai Gaúcho, Oeste Catarinense e Sudoeste do Paraná, por onde andou e fez dezenas de reuniões, palestras, programas de rádio para a manutenção da nossa Língua mãe, a qual era e é falada pela grande colonia de imigração Italiana, que vive e cresce em nossas regiões.
Saber o passado, viver o presente e recordar a maneira de falar dos nossos antepassados. Primeiro se aprendia a língua mãe o Talian, lembrou o professor que em alguns momentos da história, nós filhos e netos de Italianos tivemos medo ou vergonha em falar a nossa língua mãe. A coisa mais linda é manter a língua mãe e manter a identidade das nossas origens.
Lembrou o amigo Professor Tonial, de seu grande amigo Professor Giovanni Meo Zilio da Universidade de Venezia, Itália, que veio visitá-lo em sua casa em Erechim, que inclusive veio a Erechim para implantar um Curso junto a Universidade local para manter a nossa Lingua, disse que foram a Gaurama, Jacutinga, Rs, e Palma Sola, Sc, tudo por solicitação da comunidade local para manter e aprimorar a nossa lingua Talian.
Professor Honório fez uma Licença para ter uma frequencia Virtual sobre a Lingua Talian, criou a ASVIRMONTAVE, onde todos poderiam de forma virtual manter e propagar a cultura do Talian, dentro da realidade e forma que cada um pode, desde seu computador em casa ou no escritório, enfim, no ambiente de vida de cada um.
O grande amigo Professor e Mestre Honório Tonial nos deixou sabedoria e informações preciosas sobre toda cultura Ítalo-Brasileira, de nossos pais, avós, bisavós e tataravós, que vieram ao sul do Brasil e América, para vencer a fome que os maltratava na velha Pátria Italiana, um povo trabalhador, ordeiro e de coragem, sempre devemos nos lembrar desse passado glorioso e intempestivo, que foi vencido com amor e dignidade.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Aqui grande recordação de Primo Tofanin Santin de Campinas do Sul, Rs, comigo Gladimir, meu tio Ernesto Romitti Santin e gravando o vídeo primo Anilson Spiller Santin, quando de nossa primeira visita a casa do parente, onde nos mostrou a cabeça seca de peixes e piranhas originários dos anos 1970 aproximadamente, do Rio Araguaia, região onde residem alguns filhos seus, dentre eles Delto Santin e Ataíde Santin.
Entrevista com Nona Fianco Santin em sua casa em Estação, Rs, comigo sua nora e esposa do filho Celso Fianco Santin, com quem muito conversei sempre por telefone, as ultimas vezes que falamos na epoca ele estava trabalhando com Moinho na região de Pelotas, Rs. Sua esposa, presente na entrevista era irmã do amigo Gilberto Toniazzo de Getulio Vargas, Rs, com ela falei e combinei a entrevista com sua sogra e Nona Fianco Santin, com suas netas e nora que veremos a seguir no vídeo.
Tambem o Dr. Alcides Santin, médico cardiologista de Sertão, Rs, mas tambem natrual de Gaurama, Rs, ja havia me comentado da nona Fianco Santin, que gravamos em 30 de maio de 1995.
Seu marido era o falecido Modesto Santin, filho de Pedro Santin e Elisa Scolaro ou Scolari Santin. Segundo ela lembrou, veio de Guaporé,Rs, para Gaurama, Rs,m com aproximadamente 2 anos de idade, ela teria nascido entre 1914/16 aproximadamente, e namorou por cerca de 4 anos, se casando com aproximadamente 18 anos, portanto entre 1932/36. Na ocasião da entrevista gravada disse ter 81 anos de idade. Lembrou que seus pais, Rafael Fianco e Ida Tedesco Fianco, ele pai havia vindo de Porto Alegre e depois Guaporé,Rs, direto para Gaurama, Rs.
Tambem lembrou que seus sogros e familia, vieram da Itália via São Paulo até Guaporé, depois com centenas de outros Santin e demais familias foram ao Chile, onde seu sogro tinha o Bar ou Bodega, lembrava que tinham muito medo dos vulcões e terremotos, que as garrafas na bodega ou bar, tremiam frequentemente com os sismos, e que quando ao retornarem do Chile, seu sogro e outros foram trabalhar em São Paulo, sem saber precisar em que atividade e que depois sim, vieram todos para Gaurama, Rs, instalando-se na Linha Sete e que havia muitas outras familias Santin, a grande maioria na Linha Oito e curcunvizinhanças.
Tambem lembrou que os indios Mapuches mascavam grãos e cuspiam numa gamela para fazer o tal vinho deles, o que não era de bom grado aos Italo-Brasileiros que para la foram residir. Lembrou tambem que não havia polenta de farinha de milho por lá, quando ainda viviam no Chile.
Lembrou que ao chegarem em Gaurama, seus pais a acordaram para ver o trem passar, na ocasião de sua chegada ao local.
Que ao chegarem em Gaurama, Rs, havia muito mato na região, com poucas casas e habitantes.
Disse que seu certidão de nascimento era de 1914, disse que seu sogro ao vir da Itália, ficou em São Paulo por algum tempo, porem depois confundiu que na verdade foi ao retornar do Chile. E que ao chegarem em Gaurama, Rs, ficaram por algum tempo dormindo num oco de pinheiro, porque não tinham moradia e certo medo pela presença de feras selvagens, como Tigres, etc, e que faziam fogo ha noite por causa dos animais.
Disse que seu sogro tinha 64 anos de idade quando faleceu em Gaurama, Rs. Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Familia Da Silva Vodzik, Anna, Jair, Gladimir e Filha do Cleber e neta Jair e Anna
Primo Cléber da Silva Vodzik e sobrinho
Cleber, filha, seus pais Anna e Jair e irmão Fagner da Silva Vodzik ou Néio
Cleber, Jair, Fagner e Gladimir
Fagner Vodzik, Gladimir, tio Ernesto Santin e Dorvalino da Silva ou Chico
Minha irmã Rita Cassia Santin e Primo Coronel Aposentado Lazaro Severo Santin
Rita Cassia, Ernesto, Rosicler Teresinha e Gladimir
Rita Cassia, Ernesto, Rosicler e Lazaro Santin
Rita Cassia, Ernesto Santin e Rosicler Teresinha. Tio Ernesto ja tinha tomado uns bons goles de vinho, varda i otcchi, como dizem os Talian, fotos de Julho 2019, Erechim, Rs.
Entrevista de 03 de Julho de 2009, gravada por mim em Erechim, Rs, com querido amigo e professor, escritor Honório Tonial, gravada em sua residência próxima ao Colégio São José em Erechim.
Professor Honório, grande entusiasta da cultura Italo-Brasileira, poderia se dizer o pai da LINGUA TALIAN na região Nordeste do RS especialmente no Alto Uruguai, onde viveu, trabalhou e fez uma legião de apaixonados pelo tema imigração Italiana no Brasil, eu me incluo dentre estes adeptos dos ensinamentos do longe professor, que na ocasião estava com 83 anos de idade, já com alguns problemas de saúde, dentre eles o cardíaco.
Bem como disse, era um tozatel de 83 anos, e que depois dos 80 anos adquiriu um computador e segundo disse, passava neste computador de 5 a 6 horas por dia, nesse caso creio tratar-se de um engano, porque acredito que ele passava bem mais do que estas horas, frente ao novo amigo, seu e nosso computador. Por tantas vezes que fui visitá-lo e a dona Vanda Maria Tonial, sua esposa, creio que ficava bem mais tempo na frente do computador, onde eu e outros amigos e familiares, sempre o encontrávamos, com entusiamo e criatividade, sempre mostrando novos e grandiosos caminhos, para integrar e compartilhar seus ensinamentos para com todos, professor Honório, que ja descansa nos jardins celestes na companhia de nosso senhor Jesus, era grandioso em generosidade, bondade, sempre disposto a ajudar e compartilhar suas experiências, vividas por longas décadas.
Professor Honório Tonial fez longa pesquisa sobre a origem do nosso Talian, sobre a língua e seus praticantes, vindos da Itália para escapar da fome, da guerra, da pelagra, enfim, mudar de vida. As companhias de imigração faziam grande propaganda da américa, para que todos trabalhando duro não passasem fome. Quem partiu foram familias completas, jovens, adultos e velhos, e enfrentaram todo tipo de dificuldades possíveis.
Eles tiveram problemas terríveis, mas transformaram as propriedades com trabalho e dedicação e ganharam dinheiro e mandaram aos parentes na Italia, mandaram dinheiro Brasileiro para ajudar aos parentes na Itália, irmãos, primos, tios e demais familiares.
Nosso querido amigo, infelizmente ja falecido Professor e Escritor Honório Tonial, incentivador e condutor da Língua Talian por onde passou e viveu, publicou segundo disse em outra entrevista cerca de 9 livros, especialmente o Dicionário Talian / Portugues, dentre outros, mantendo e aumentando a oportunidade de conhecer a nossa rica cultura dos nossos pais, avós, bisavós e tataravós, gratidão total a Memória dessa pessoa extraordinária, que nos emociona ainda hoje, apesar de sua falta terrena, mas sua obra e ensinamentos na vida, foi de alguma forma guardada, e hoje podemos mostrar a todos, familiares amigos e entusiastas das causas Ítalo-Brasileiras, pessoas conhecidas pessoalmente como eu e outros amigos e aqueles que tiverem a oportunidade em ver esta e outras entrevistas do grande mestre e amigo HONÓRIO TONIAL casado com dona VANDA MARIA TONIAL, onde dezenas de vezes estive para conversar e aprender com grande amigo.
Saudades desses amigos queridos, que descansem em paz, nossa eterna gratidão por tudo o que fizeram, ensinaram e que agora compartilhamos para com todos, GRATIDÃO ETERNA. Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Video gravado em 07 de Maio de 1995, na casa de minha tia Rosa Santin Simonetto e de toda sua familia e amigos, dentre eles Severino Simonetto marido da tia Rosa, filhas Liamar ou Lia e Leonice ou Preta, mais dona Lurdes companheira que vivia na casa, minha mãe Nilva Santin, minha esposa Ivone Santin, tia Rosa ainda pediu para não gravar as fraldas penduradas pela casa, enfim, ambiente de familia maravilhoso, na companhia da tia avó VIRGINIA SANTIN DALASEN, com toda luz e serenidade que ela tinha em suas palavras e ações.
Neste dia 07 de maio, fazia 6 meses que ela residia conosco em Erechim, primeiro vivei em minha casa e depois foi morar com tia Rosa e familia, estavamos comemorando meio ano convivendo conosco, comendo pinhão, segundo ela dizendo que tio Severino era bigodudo.
Querida tia frequentemente me chamava de seu irmão, confundindo meu avô Santo comigo, e me indicou como sendo seu irmão, quando na verdade era minha tia avó, irmã de meu nono Santo Vanzella Santin.
Disse ter saudade de sua gente, mas que não tinha saudade de Chapecó, dizia que faltava dois anos para c ompletar cem anos, enganou-se na verdade, porque era de 1906 e em 1996, depois desta entrevista, completou 90 anos.
Disse que teve irmão seu que foi registrado com 16 anos de idade e que era raro ir no escrivão para fazer os papéis, era um tempo do fio de bigode.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Meu falecido Pai, Antonio Romitti Santin, natural de Erechim, Rs, nascido em 1941, casado em 1958 com finada mãe Nilva Natalina Martinelli Santin, nascida em 1941, dezembro, se casaram com tão somente 17 anos de idade, casal intenso, amor verdadeiro, correspondido, unico, enfim, eterno.
Na ocasião do matrimônio meu pai era carpinteiro juntamente com seu sogro e meu avô querido Gino Strapasson Martinelli, casado com a amada avó Oriete Fior Oro Martinelli, pai trabalhava com o meu avô, posteriormente trabalho na CESA em Erechim, na Fabrica de Vinagre do Koller tambem em Erechim, Rs, dentre outros trabalhos realizados, por distintas partes no RS, SC e até no Paraná, onde foram construir um grandioso Colégio Religioso na saida de Pato Branco para Dois Vizinhos, Pr.
Depois de certo tempo, por influência e ajuda do querido tio e amigo do peito de meu pai, tambem eram concunhados, porque o grande amigo e parceiro de todas as horas de meu pai se chamava MORENO MORAIS DE ALBUQUERQUE, CUNHADO, COMPADRE, AMIGO antes e depois de quaisquer circunstâncias, mão amiga com todas as palavras e bençãos da vida, enfim, um verdadeiro irmão de sangue diferente mas de DNA UNICO, tanto tio Moreno quanto tia Geny Martinelli de Albuquerqaue, o casal nossos segundos pais.
Em 1963/64, com a ajuda do tio Moreno Morais de Albuquerque meu pai e o tio, adquiriram um caminhão para transportar madeiras e fazer fretes em geral. Iniciaram por trazer madeira serrada de Dois Vizinhos, Pr para Erechim, Rs. Grande parte da madeira era adquirida de um grande amigo dos dois Moreno e Antonio, esse amigo tambem eram de Erechim, Rs, chamava-se Sirio Leitune, com quem especialmente tio Moreno tinha grande negócios em madeira.
Tambem os dois, trabalhavam comprando madeiras do Dr. Gazale, médico em Dois Vizinhos, que inclusive teve um pequeno Hotel e Restaurante em sociedade com finado tio Moreno, onde o casal Moreno e Geny residiram por algum tempo em Dois Vizinhos, Pr, onde depois minha tia quis retornar a Erechim.
Em 10 de Maio de 1965, depois de consertar o motor do caminhão, que havia fundido no Pr, meu pai retornava a Dois Vizinhos com parte do motor restaurado em Erechim, Rs, papai Antonio Romitti Santin retornava como passageiro em um Onibus da Empresa Unesul de Erechim para Dois Vizinhos, Pr, onde era o destino final de meu pai. Quando a certa altura da viagem passavam por Clevelândia, Pr, ouve um acidente de grandes proporções, com o onibus tombando e ferindo gravemente meu pai e outros passageiros. Meu pai teve uma pancada muito forte na parte central da cabeça, de cima para baixo, com uma perfuração por pedra ou galho de arvore bem profunda, o que dentre outras causas, causou um TUMOR CEREBRAL que depois de 14 anos, ocasionou a morte do querido e amado pai em 20 de março de 1979 em Erechim, Rs.
Após o acidente em 10 de maio de 1965, cerca de cinco dias depois, meu pai foi removido de avião de Clevelândia, Pr para Porto Alegre, Rs, onde foi internado no Hospital Maia Filho e tratado por doutores neurologistas Dr. Paulo Muratori e Dr. Telmo Tonetto Reis, dentre outros, la ficou por meses, entre a vida e a morte, passou por ela e devagarinho tentou retomar a vida. Tempos difíceis. Minha mãe, grávida do terceiro filha, minha irmã Rita Cassia Santin, nascida em agosto de 1965, durante a nevasca histórica que ocorreu em Erechim, Rs. o pai em Porto Alegre, Rs, totalmente fora do juizo, por dor profunda ele ficou de certa forma louco, não tinha controle nenhum, e atendia tão somente a minha mãe Nilva e o cunhado e amigo tio Moreno. Deus do céu, tempos difíceis, que eu não vi nada do ocorrido, so ouvia pelos cantos das casa conversas em voz baixa, muito choro e certa dor, mas sempre tivemos a certeza de passar por estes momentos e viver mais e melhor , inclusive com o amado pai, e assim, Deus nos brindou, depois de anos, com sua sabedoria, empreendedorismo e coragem para mudar a história de nossa familia Martinelli Santin, de Antonio e Nilva.
A ajuda de tio Moreno Morais de Albuquerque e sua esposa e amada tia Geni Oro Martinelli de Albuquerque e tambem de tia Lorita Vitória Martinelli Lirio Pereira, hoje tia Lori reside no Rio de Janeiro, esta ajuda destes e de outros amigos e parentesa foi fundamental para todos nós, especialmente nós irmãos, todos pequenos, praticamente sem forças para sobreviver se não fosse o grande trabalho de nossa amada mãe Nilva Natalina oro Martinelli Santin, depois quando melhorou de nosso pai Antonio Romitti Santin e de nosos avós, primeiro nona Oriete Oro Martinelli, depois nono Gino Strapasson martinelli, das tias Geny, Lorita Vitória, do tio Jandir Sérgio Martinelli, do tio Moreno Morais de Albuquerque, das tias avós Amabile Fior Oro e Amalia Fior Oro, todos esses amigos e parentes e dezenas de outros amigos, vizinhois, compadres e parentes nos ajudaram a sair do buraco, por assim dizer, para ver a luz do dia , sobreviver, se manter e vencer.
Neste vídeo, outro amigo e herói anônimo, meu primo e sobrinho de meu pai, Primo Pedro Santin Vodzik, filho de Antonio Vodzik e Amabile Santin Vodzik, que em 1968, após meus pais irem residir com meu avô Santo Vanzella Santin e seus filhos Luiz João, Idalina, Alovise e Maria de Lourdes Romitti Santin em Linha 3 Secção Suzana, mais conhecida por Linha Aurora, fomos residir com o nono e tios, em terras de meu tio Ernesto Romitti Santin e familia, la vivemos por alguns anos, fomos para la em 1966 e ficamos la até em 1970 aproximadamente, quando depois que meu pai melhorou bem e recuperou a consciência, ele começou a trabalhar como Motorista e Vendedor de Móveis da Empresa Sponchiado em Erechim, Rs, onde ja trabalhavam tio Ernesto, tio Luis quew depois foi trabalhar no Supermercado União das familia Marcon em Erechim, Rs.
Neste vídeo, primo Pedro Vodzik, relembra seu trabalho iniciado em 1968 onde ele vendia e entregava cerca de deuzentos litros de leite por dia em Erechim, Rs, de porta em Porta, todos os dias, para diferentes famílias e estabelecvimentos comerciais.
Primo Pedro tinha 14 anos, ele nasceu em 1954, acredita que tinhamos de 15 a 30 vacas de leite, umas de boa qualidade outras menos, entre ida e vinda ficou por 7 a 8 meses, retornava a sua casa e depois retornava ajudar os padrinhos Antonio e Nilva. lembrou que entregava leite no Restaurante Cantelle em Erechim, cerca de 60 litros por dia. Andava com parelha de burros pela cidade. Acordava as quatro horas da manhã para iniciar os trabalhos, se tirava leite tudo manual, tomava café e saia para a cidade, entregando cerca de 200 litros dfe leite por dia. Retornava alguns dias 12 a 13hs outros dias 15 a 16hs da tarde, quando precisava levar farelo para o gado. Ao meio dia, almoço PÃO E BANANA.
Lembrou que meu pai Antonio, não falava com ninguem, mas atendia a esposa e minha mãe, sempre coçando a cabeça com dor, devido as cirurgias feitas.
Não esqueceu de dizer que minha querida mãe Nilva, fazia tudo e de tudo e em tudo mandava e comandava,,,,,,,,,,,,, Queridos pais, tios , avós e primos...........................Eternas Gratidão em Lágrimas,,,,,,,,,,,, não consigo mais pensar, escrever,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, SOMENTE GRATIDÃO E AGRADECIMENTO A TODOS................ETERNO E PERMANENTE................................ Obrigado primo Pedro Santin Vodzik, por tirar do Bau de Relíquias tão intensos recuerdos, obrigado............... Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Entrevista com Primos de Erval Grande, Rs, primos Olinto Tomasi e esposa Hermelinda Ronchese Tomasi e filha Tomasi Martinelli.
Prima Hermelinda relembra que sua mãe tia avó Julia Vanzella Santin Perusso Ronchese, primeiro ela se casou com tio Perusso, tiveram tres filhos : Santina, Antonio e José Perusso.
José Perusso se casou com Adelaide Marcante Perusso, Antonio se casou com Zelinda Deboni Perusso e dona Santina se casou com um Mezomo de Benjamin Constant, Rs.
Tio Perusso, tinha propriedade rural em Linha São Roque Barão de Cotegipe, veio ao Pagnoncelli em Erechim fazer compras, foi abordado pelos Revolucuionários que o obrigaram a tomar cachaça mexida com cano de revólver 44, ele atendeu aos mafiosos, mesmo assim o perseguiram, alcançando-o em Volta Grande, logo após trevo de Itatiba do Sul caminho B. Cotegipe a São Valentin onde deram uma facada de cima para baixo na região do pescoço do tio Perusso, que foi encontrado por outras pessoas caido e se esvaindo em sangue, socorrido mesmo que tardiamente e levado ao Hospital em Erechim, onde ficou por alguns dias, depois transferido para Passo Fundo,Rs, onde certo tempo depois veio a falecer sem nunca ter vindo sequer o corpo para Erechim. Seu filho menor, José Perusso, tinha tres dias de idade quando do fatidico ataque a seu pai, que culminou com sua morte.
A guerreiras tia Julia Vanzella Santin Perusso, mesmo com tres filhos foi a luta, trabalhou duro, deixou os tres filhos com sua mãe Maria Vanzella Santin e suas filhas Virginia, Rosa e Anna, todos da familia na Linha América em Erechim, trabalho por certo tempo na colonia e depois conseguiu um trabalho como doméstica na Familia Pagnoncelli em Erechim, Rs, por 8 anos, e ali conheceu um Italiano com que veio a se casar posteriormente, ele se chamava Ronchese, trabalhava com funilaria, não tinha aptidão para trabalho de agricultura familiar, não gostava da profissão de agricultor e nem trabalhava na atividade, depois de se casarem , até residiram por algum tempo na colonia, mas depois ele abriu uma pequena funilaria e consertos em geral em São Valentin, Rs.
A Prima Hermelinda, relembrou o acidente que matou seu avô e meu bisavô Giuseppe Gislon Santin em 01 de setembro de 1918, ele veio a Erechim gostava de beber vinho e bebia muito, ao retornar com sua mula grande e branca, por susto da mula ela corcoveou e derrubou o nono que ao cair, fraturou o crânio e foi arrastado pelo animal até sua casa, morte instantânea, aqui relembrado pela neta Hermelinda de mais de oitenta e quatro anos de idade, na companhia de sua filha Neusa Tomasi Martinelli e seu marido Olinto Tomasi, grande amigos e ótima companhia.
Depois de casados, o casal e os filhos foram residir em Santa Catarina, onde tiveram a filha Violinda Santin Ronchese, depois nasceu Olivo Santin Ronchese, nasceu em São Roque, tia Julia perdeu a herança do primeiro marido Perusso, porque não tinha casamento no civil a terra ficou com seu irmão Batista Perusso, que por morte do irmão ficou como herdeiro da propriedade em Linha Monte Alegre, Barão de Cotegipe, Rs.
Não foram tempos fáceis para a familia, tres filhos do primeiro casamento, em pouco tempo outros dois do segundo casamento e outros mais vieram a nascer posteriormente, foi uma luta para criar todos mas tia Julia, com maestria e coragem, conseguiu cumprir sua missão de mãe grandiosa, deixando uma saudade no peito de todos que a conheceram e a mim que so ouvir falar maravilhas desta grande mulher de coragem e determinação.
Gratidão eterna em memória de todos.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Vídeo com tia avó Virginia Santin Dalasen e Primo Alencar Antonio Santin, gravado em minha casa em Erechim, Rs em abril de 1995, onde tia Virginia revendo fotos antigas, disse ter 23 anos quando se casou e que faltava apenas 2 anos para completar cem anos.
Ao retornar do Chile, disse que seu irmão Antonio Vanzella Santin aprendeu a ser padeiro em Santiago Chile, que na Argentina e Uruguai não ficou nenhum parente. Disse que o governo do Chile pagaria a viagem e que tinha muita terra e faltava gente para trabalhar e que os que foram juntos, por não terem gostado de lá, retornaram logo de volta ao Brasil, ficando apenas a familia do bisavô e seus filhos.
Disse que tio Giuseppe Bortolo Tochetto foi depois que a nossa familia ao Chile.
Na verdade, talvez pela mudança, a tia estava um pouco enganada em relação as datas, ela nasceu em 10 de maio de 1906, uns tres q quatro meses antes de ir ao Chile e se casou com pouca idade com Ernesto Dalasen, seu marido, depois por morte deste, ficou viuva com os tres filhos para criar, e os criou na companhia de sua mãe Maria Vanzella Santin e demais irmãos e irmãs, eram seus filhos : Gomercindo Dalasen, Nelson Dalasen e o ultimo, igual ao pai, se chama Ernesto Dalasen, atualmente ele tem cerca de 89 anos de idade e reside em Sorriso MT, onde vivem com a familia, um grande primo e muito querido por todos. Os dois irmãos mais velhos ja são falecidos, ambos residiam em Chapecó, SC, onde criaram grandiosa familia.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Maravilhosa Entrevista com Prima Leonilda Z. Santin da Silva e seu irmão Albino, em 06 maio de 1995. Ela nara o casamento do tio Domingos Vanzella Santin que se casou em Marau, Rs, com tia Albina Santin Santin. Ele Domingos do tronco de Domenico Santin da itália, seu pai Giuseppe Gislon Santin. Ela tia Albina do tronco de Nicoló Santin, sobrinha de Ferdinando Santin que era vizinho do tio Domingos desde Guaporé, Rs, depois Pitrufquen Chile e vieram juntos para Barão de Cotegipe, Rs, dali Ferdinando indicou tio Domingos para se casar com sua sobrinha, filha de irmãos dele, que residia em Marau, Rs. Se casaram sem nunca terem se visto, ao menos uma unica vez depois dos cinco anos de idade, porque até esta idade se conheciam, depois, por mudança para o Chile, nunca mais se viram, somente se encontraram dias antes do casamento.
Tio Domingos se casou em 09 de Setembro de 1922, porque se casaram juntos os dois irmãos, ele Domingos e tio Luis, seu irmão. Por atraso do tio Domingos, a festa em Erechim pelo casamento do tio Luis, foi feita, e tio Domingos chegou depois da festa.
Segundo disse a prima Leonilda, meu bisavô e avô dela Leonilda, ainda antes de falecer em 01 de setembro de 1918, ele havia ido na comissão de terras em Erechim e havia comprado uma colonia de terra para cada filho homem, porem os mesmos, depois de tomarem conta desta terra deveriam pagá-la ao governo, e isso foi feito.
Tios Luis Vanzella Santin e seu irmão Domingos, depois de se casarem em setembro de 1922, foram residir e começar a abrir o mato em Monte Alegre, hoje Barão de Cotegipe, Rs. Nono Santin deu uma colonia cada um, porem ele fez a reserva das propriedades para pagamento posterior.
Meu avô Santo Vanzella Santin, por ouvir muito o canto das corujas no puro mato, vendeu sua propriedade e comprou em Linha Sérvia Barão de Cotegipe, Rs, nesta ocasião meu avô Santo ainda era solteiro, pois casou-se somente em 1928 com minha Nona Maria Romitti Santin, o casal teve 11 filhos eram eles : Pedro, Amabile, Idalina, Ernesto, Tereza, Laurindo, Antonio ( meu pai ), Luis, Rosa, Alovise e Maria de Lourdes.
Primos Leonilda e Albino, lembraram que seu pai Luis trabalhou muito tempo puxando toras com seu irmão tio Angelo em Passo Bormann Chapecó, Sc, lembraram tambem que os dois irmãos trabalharam juntos num grande parreiral que tio Angelo construiu em Vila Nova, Erval Grande, Rs, porem segundo disseram, por ser um lugar muito alto e frio, não dava uva em quantidade e com pouca qualidade, por isso, depois de grande investimento, foi desistido da plantação.
Outra história contada da Itália, seu pai Luis contou que na Itália tinha muita montanha e que a agua era longe da casa, que sua bisavó foi buscar agua, tropeçou e caiu batendo a cabeça. Depois de falecida, tiveram muitas APARIÇÕES da nona dizendo que tinha um bilhete premiado de certa forma de loteria em seu bolso, ela segundo disse prima, pedia para que desenterrasem o corpo para tirar o bilhete premiado e receber o premio.
Segundo disse a prima, a bisavó pedia para que retirassem o bilhete de seu túmulo, porque ela não tinha sossego sem que isso ocorresse, mas segundo disse a prima Leonilda, esse bilhete não foi retirado do tumulo, história que ela ouviu seu pai Luis Vanzella Santin contar da Itália, da primeira esposa do nosso tataravô Domenico Santin e a primeira esposa dele se chamava Angela Mezarobba Santin, depois por morte dela por acidente acima descrito, se casou com Angela Gislon Santin, que era a mãe do nosso bisavô Giuseppe Gislon Santin , cujo apelido era Giuseppin e de seu irmão Santo Gislon Santin, cujo apelido era Padelo. Do Primeiro casamento outros dois filhos vindos ao Brasil. Arcangelo Santin e Luigi Santin, o primeiro era o Barba Rossa de apelido e o segundo era Pescarollo de apelido, todos irmãos e filhos do mesmo pai, Domenico Santin, que se casou duas vezes e ambas as esposas eram ANGELA.
Disse que não lembrava da lingua, acreditou que eram Bergamascos, porem todos sabemos que eram Furlanos ou Furlan de Udine e Pordenone, Itália. Disse que seu pai so fez uma vez um porre, unica vez, disse que tio Luis ia atras de seu irmão tio Domingos que gostava bastante de tomar um bom vinho, sempre vinha feliz, cantando, feliz da vida a sua maneira, sem incomodar a ninguem e ajudando a todos. Tio Domingos e meu nono Santo eram irmãos e iguais um ao outro, eu conheci os dois e lembro muito bem disso.
Tio Domingos não gostava de ajuda, sempre faceiro, cantando, certa vez quebrou a perna, amarrou com taquaras e continuou o trabalho. Disse que por serem ambos Santin, de certa forma NÃO ERAM PARENTES, segundo Leonilda ouviu do pai e dos tios.
Disse que seu pai Luis, falava muito em Monte Belo do Sul, onde ele nasceu. Sobre outras familias Santin que residiam perto deles : Antonio Santin, estatura baixa, era vizinho dos tios em Monte Alegre. Disse haver outro Antonio Santin que teria vindo junto com bisavô Giuseppe, vieram juntos da Itália, eram parentes do Osvaldo Santin, segundo disse Leonilda, o Antonio Santin pai e filho, um deles casado com Angela Panis, que esse Santin havia vindo junto com nono Giuseppe da Itália e tambem do Chile.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Visita em minha casa em Erechim, Rs, 06 Maio de 1995, com Primos Albino Zancanaro Santin e sua irmã Leonilda Zancanaro Santin da Silva, filhos de meu tio avô Luis Vanzella Santin, que se casou com nona Antonia Zancanaro Santin, pais de 8 filhos naturais e mais dois filhos adotivos, portanto uma generosa familia de dez filhos.
Apesar de residir de certa forma perto uns dos outros, no momento da visita deles em 1995, foi por ocasião de eu ter trazido a morar comigo em Erechim da tia avó Virginia Santin Dalasen, irmã de meu Nono Santo Santin e irmã da falecido pai deles dois, tio Luis Vanzella Santin, todos filhos de Giuseppe Gislon Santin e Maria Vanzella Santin.
Talvez ele Albino e demais familiares, por serem agricultores e sempre em serviço rural na maioria das vezes, e eu e meu pai por sermos viajantes em geral e prima Leonilda por residir por décadas na grande Porto Alegre, talvez por isso nos vimos tão poucas vezes, mas o amor pelas familias sempre foi maior e eterno, nunca ninguem esqueceu de suas origens e de deus amigos e parentes, NUNCA. iSSO VALE MUITO.
A familia era assim : Pierina, Laurindo, Lidia, Albino, Leonilda, Alzira, Arduino e Irene. Dona Leonilda ja residia em Poa, Rs, trabalhava com seu Zafarri na Unesul por 12 anos, depois por derrame cerebral em sua mãe, saiu para cuidar da mãe.
Teve todos os papéis para trabalhar nos EEUU, ja tinha todos os documentos aprovados e passaporte pronto, sua colega e amiga foi pra la e se casou la, prima Leonilda por doença da mãe não pode ir, sua amiga sempre lhe escrevia sobre a vida que tinha nos EEUU, onde se casou e constituiu grande familia.
Estava presente no ato da gravação do video, meu querido padrinho Angelo Giacomel, que tambem residia no Barão de Cotegipe, Rs, ouve-se um grandioso sorisso e larga risada dele ao final deste video. Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Entrevista com nono Atilio Lourenço Lazari, genro de Antonio Santin e de Teresa Gnoatto Santin, eram de Serafina Correa, Rs. Dos tios da esposa conheceu João Santin que era casado com uma senhora Batistella.
Entrevista realizada por mim Gladimir José Santin na noite de 11 de Junho de 1996 em Chapecó, Sc, onde visitamos o nono e nona que eram avós do amigo Marcos Lazari Marcon, do frigorífico Marcon de Passo Bormann Chapecó, Sc.
Nono Lazari presente nesta entrevista de 1996 era o pai da mãe do amigo Marcos, por isso fui entrevistar o nono para saber os detalhes de onde eram seus sogros e demais familiares Santin.
Nono Lazari era exímio artesão em madeira, ajudou seu pai a fazer pipas, depois trabalho em Serraria na parte interna, por um ano. Depois em casa começou a fazer cadeiras, logo aprendeu, fez seiscentas cadeiras em um ano, quanto mais fazia mais vendia as cadeiras.
Depois se mudou para Chapecó, Sc, fazia cadeira fortes para durar para sempre. Na ocasião em 11 de março de 1996 fez 83 anos, seu nome completo era Atilio Lourenço Lazari, achou linda a idéia de fazer o livro e me parabenizou por tentar organizar a história da familia. Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com
Entrevista com nona Amabile Graciosa Santin Peruzzo e demais familiares, ela nascida na Linha Miguelzinho , Putinga / Relvado, Rs, em 23 Agosto de 1918, filha de Venâncio Santo Santin e Virginia Lazarini Santin, estava comigo primo Iris Santin, isso quando foi gravada a entrevista . infelizmente o grande amigo já é falecido, grande pessoa e que muito ajudou nas pesquisas da grande familia Santin Brasil.
Perguntei a Nona se os Santin era Furlan ou Furlani, disse não ter ouvido que eram de Udine. Mezarobba, Piazon, De Bortolli ela não houvia falar, nem tampouco de Vanzella.
Perguntada se algum vizinho veio junto com seu pai para Ponte Serrada, Sc, disse que senhor Lotti Santin veio junto com eles para Ponte |Serrada, e que depois se tornou seu cunhado. Disse que seu filho era cunhado de Toni Baratto e que residiam na Bahia Baixa em Ponte Serrada.
Perguntei se recebiam noticias do RS de Putinga, relvado, Anta Gorda, de onde vieram para SC quando ela veio com 14 anos de idade e que nunca mais voltou ao RS.
Sua nora disse que passou em viagem com seu marido onde residiam os Contini e outros amigos no RS. Perguntada sobre quem era seu sogro disse que era João Peruzzo e disse que ele era de Erechim, mas seu filho Dionisio Santin Peruzzo disse que seu pai João era de Guaporé, Rs, mas nona continuou dizendo que seu marido era de Erechim, Rs.
Seu filho presente na entrevista, de 57 anos de idade sendo seu nome Deonisio Santin Peruzzo, achou uma bela história para ser contada a história da familia em geral, ficou muito contente com a visita recebida.
Diga-se de passagem que a vista depois das dez horas da noite, porque saímos de Chapecó, onde fomos buscar a nora da Nona Amabile Santin Peruzzo, porque nem o finado Iris nem tampouco eu sabíamos o local da moradia dos parentes, por isso com a nora da nona, presente nesta entrevista, foi mais fácil localizar a casa e local da moradia, onde chegamos depois das 22hs e saimos de lá depois da meia noite, todos felizes pela visita e entevista hoje publicada ao grande público da Familia Santin Brasil.
Gladimir José Santin Erechim - Rs Dongiuseppesantin@gmail.com